Quarta-feira, 25 de março de 2009 - 07h12
Presidente da Assembléia diz que reajustes são justos mais o momento e delicado.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Neodi Carlos (PSDC), disse que aguarda somente dos dirigentes sindicais do Estado o envio das propostas de reajuste salarial para o funcionalismo público para discutir a questão. Também informou que alguns presidentes de sindicatos somente começaram a enviar as propostas no final da tarde de ontem. Por outro lado, Neodi disse que já começou a tramitar nas comissões permanentes da Assembléia o Projeto de Lei Complementar que estabelece o subsídio de carreira do Defensor Público do Estado. Mesmo reconhecendo a importância do fortalecimento da categoria e a necessidade de uma política salarial justa Neodi pondera que é preciso ter responsabilidade e, como se está numa época de crise, avaliar os impactos de reajustes sobre os recursos públicos.
Categorias se mobilizam
Como é de conhecimento público, na última terça-feira (17), os representantes do Sindsaúde, Sintero, Simporo, Sinjur, Sinsempro, Sinsepol, Sindifisco, Sindafisco, Sinsdet e Funspro estiveram na Casa Civil para discutir a pauta conjunta encaminhada dia 11 de fevereiro. Entre outras coisas há uma reivindicação de reposição salarial de 10% para os servidores públicos estaduais, reajuste do auxílio saúde e extensão do auxílio saúde para os inativos. A secretária de Administração estuda com outros órgãos as possibilidades de atender os pedidos formulados, porém, os servidores ameaçam com uma possível greve no próximo dia primeiro de abril.
O presidente Neodi tem conversado com as lideranças no sentido de que compreendam o momento que o Estado e o país está atravessando. Rondônia, apesar de ser quase um oásis com os investimentos do Madeira, não está fora do país nem do mundo, de forma que, efetivamente, quem tem responsabilidades está pensando duas vezes antes de assumir mais compromissos. Para Neodi "È evidente que nenhum administrador gosta de não prestigiar seus funcionários, porém, como o governador Cassol tem frisado é mais importante manter o pessoal recebendo em dia que prometer mundos e fundos e depois- como aconteceu no passado- atrasar três, quatro folhas de pagamento deixando as famílias em dificuldade". Para o presidente da Assembléia é fácil criticar, reivindicar e protestar, mas, as lideranças sindicais também devem ter consciência dos problemas conjunturais. "Hoje ninguém sabe como vai se comportar a receita nos próximos meses quando se prevê queda no produto e no consumo". Assim a hora é de ter paciência e esperar um pouco que as coisas se estabilizem muito mais do que pressionar por ações que podem resultar em grandes problemas no futuro. Segundo Neodi é muito simples criticar, porém, difícil é fazer o que os deputados fizeram "Diminuindo as despesas, controlando os gastos e melhorando o desempenho administrativo e devolvendo recursos o que demonstra responsabilidade com o dinheiro público".
Fonte: Jornal Alto Madeira
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