Sexta-feira, 15 de agosto de 2014 - 14h47
Desde a primeira semana de julho servidores da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) vem executando atividades para o monitoramento da circulação do vírus da febre aftosa no Estado. 98% das propriedades selecionadas já foram vistoriadas. A previsão é que esta etapa se encerre na próxima semana. O último monitoramento no Estado foi realizado em 2010.
De acordo com o coordenador do Programa Estadual de Prevenção de Febre Aftosa da Idaron, Márcio Petró, serão coletadas amostras de sangue de cerca de cinco mil animais entre seis e 12 meses em 157 propriedades rurais em todo o Estado, além da inspeção em bocas e patas destes animais e vistoria da área. O monitoramento é uma exigência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em locais considerados livres de febre aftosa com vacinação.
O coordenador conta que as propriedades foram selecionadas através de um software desenvolvido pelo laboratório de estatística da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa.
Ele diz ainda que todas as amostras serão enviadas para o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro) de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais. Os primeiros resultados estão previstos para o mês de novembro.
Segundo informações da Idaron, as campanhas de vacinação contra febre aftosa apresentam índices de quase 100%, sendo que após o período oficial, técnicos da Agência acompanham a vacinação em propriedades que o rebanho não foi vacinado.
“O produtor rural rondoniense é muito consciente do seu papel e da sua importância para manter Rondônia livre da doença e como um dos maiores exportadores de carne do país”, fala o presidente da Idaron, Marcelo Henrique Borges.
O último caso de febre aftosa em Rondônia aconteceu em 1999 no município de Pimenteiras do Oeste e desde 2003 o Estado é livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Rondônia possui o sétimo maior rebanho bovino do país, com mais de 12,2 milhões de cabeças, sendo o quinto maior exportador de carne.
A próxima campanha de vacinação contra a doença ocorrerá entre 15 de outubro e 15 de novembro. Todos os bovinos e búfalos devem ser vacinados, independente da idade.
Fonte: Ascom
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