Quarta-feira, 25 de março de 2009 - 20h25
Cassol responde a dois processos. Num espera a anulação já indicada pelo TSE, vez que o vice não participou do processo, o que deveria ter ocorrido. Noutro, o vice Cahulla integrou o processo e, na defesa, requereu perícia contábil para provar que não houve repasse em espécie ao candidato Expedito Junior durante a campanha. Essa, aliás, é a tese do MP na denúncia. O relator, ministro Versiani do TSE indeferiu, pois haveria nos autos “outros meios de se provar essa alegação”. Agravo feito, Cahula espera que o ministro reconsidere a sua decisão e devolva os autos para perícia pelo TRE-RO ou, em sendo mantida a decisão, que o agravo vá ao plenário para julgamento. A partir daí, ou o processo pode retornar ao TRE ou a defesa pode interpor recurso extraordinário, já que envolve matéria constitucional, no caso, cerceamento de defesa. Não citei ontem que ainda tem muita água pra correr? Pois é...CLIQUE, LEIA E COMENTE A COLUNA 'POLÍTICA & MURUPI' DO JORNALISTA LÉO LADEIA.
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