Segunda-feira, 29 de junho de 2009 - 13h58
Um dos assuntos mais discutidos e preocupantes para os meios de produção rural do país, tem sido justamente as mudanças do novo Código Nacional Florestal.
Joarez Jardim, ex chefe da Casa Civil e atual diretor do Departamento Estadual de Trânsito, comentou os esforços de lideranças políticas nacionais e estaduais na busca de um denominador comum para preservação ambiental sem mudar substancialmente a quantidade, qualidade e a produtividade do agronegócio brasileiro e especialmente o de Rondônia.
Joarez Jardim lembra a sua atuação na casa civil, quando um dos temas mais difíceis de tratar, coadunar e equalizar demanda, oferta e produção rural, foi justamente a questão de preservação ambiental.
"Sempre fui sensível a esta questão e a prova de minha preocupação foi justamente a adequação de todo o um segmento produtivo de pesca profissional , que poderíamos dizer predatória, na região do alto Rio Guaporé, onde transformamos toda a colônia de pescadores das cidades de Pimenteiras, Cerejeiras, São Miguel do Guaporé, São Francisco do Guaporé e Costa Marques em um moderno segmento de turismo ecológico".
Barcos que funcionavam para a pesca predatória se transformaram em meios de transporte para turistas que pescam apenas para fotografar as espécies e depois soltam o animal. Criou-se mais emprego, aumentou a rentabilidade economia e preservamos o meio ambiente aquático.
O novo Código Florestal brasileiro, deve tratar a questão com inteligência, cientificidade e acima de tudo preservando, primeiro os seres humanos, depois os demais componentes da natureza.
Não podemos esquecer que a quebra de um segmento produtivo econômico, implica em sacrifício da estabilidade social. Aumenta a violência, a fome, e proliferam com maior desenvoltura as enfermidades. Além de que a credibilidade das autoridades político administrativas fica abalada, com dúvidas sobre a competência de se gerir e administrar o Estado, explica Jardim.
Rondônia conseguiu um patamar de credibilidade e desenvolvimento social e econômico, que não pode voltar atrás, muito menos perdurar no erro. A adequação do novo Código Florestal, é fundamental para que se continue produzindo dentro das novas determinações de preservação do meio ambiente. A responsabilidade pela vida saudável no planeta é de todo cidadão de bem, incluindo o respeito às leis e a vida no trânsito, concluiu Joarez Jardim, o ex chefe da casa Civil e atual diretor do DETRAN de Rondônia.
Fonte: Benjamim Zegarra
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