Quarta-feira, 17 de junho de 2015 - 08h32
As medidas adotadas aliadas à incorporação desses equipamentos, segundo o diretor do JPII, deram grande dinâmica ao trabalho do hospital, tornando mais seguros e rápidos os procedimentos, como o do idoso Raimundo Evangelista da Silva, 74, que sofreu um acidente de motocicleta nas proximidades da ponte do rio Madeira, bairro da Balsa, em maio e foi operado no mesmo dia em uma cirurgia eletiva.
Campeã estadual em acidentes de trânsito com vítimas, a Capital tem vários cruzamentos marcados pelo perigo. Entre os 10 principais, pela ordem da ocorrência dos acidentes, destacam-se os cruzamentos das ruas Dom Pedro II com a Tenreiro Aranha, Abunã com a Rafael Vaz e Silva, Pinheiro Machado com a Buenos Aires, José Vieira Caúla com a Ananias Ferreira de Andrade, Joaquim Nabuco com a Paulo Leal, Guaporé com a Estrada da Penal, Pinheiro Machado com a Daniela, Buenos Aires com a Jacy-Paraná, José Vieira Caúla com a Guaporé e Alexandre Guimarães com a Daniela, segundo dados das estatísticas da Companhia Independente de Policiamento de Trânsito.
Um dado que também chama a atenção, de acordo com a Companhia de Trânsito, é que cerca de 61,35% dos acidentes registrados em 2014 ocorreram exatamente em pontos sinalizados. É importante ressaltar que se mais da metade dos acidentes ocorreram nessas circunstâncias, em vias sinalizadas, um fenômeno estranho se desenvolve nas ruas de Porto Velho, exigindo senão um estudo científico capaz de apontar as causas pelo menos uma ação repressiva mais acurada, capaz de tirar de circulação veículos mal conservados e condutores inabilitados.
EXPLICANDO OS NÚMEROS
Segundo o coronel Caieiro, o número de acidentes continua elevado, pela facilidade de aquisição das motocicletas que incham as cidades, além da imprudência propriamente dita. O governo, segundo ele, tem feito todo o esforço possível para melhorar essas estatísticas, com campanhas educativas e investimentos no aparelhamento dos órgãos de fiscalização e repressão, medidas que para ele ainda não geraram respostas à altura das expectativas do governo. Na sua visão, os acidentes de trânsito são um problema estrutural do Brasil, não apenas de Rondônia, e a alternativa para enfrentá-los com resolução é uma campanha educativa com início nas crianças, para que seja formada uma nova cultura de trânsito.
Para ele, enquanto o cidadão não tomar consciência de seu papel como agente desse contexto, os hospitais vão continuar lotados. No caso do João Paulo, que recebe pacientes de todo o Estado, apesar dos investimentos em melhoria, sempre haverá necessidade de melhorar para atender a uma demanda sempre crescente.
Fonte
Texto: Cleuber R. Pereira
Decom - Governo de Rondônia
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