Sexta-feira, 23 de maio de 2014 - 05h05
Os camponeses do Projeto de Assentamento Chico Mendes Três, que compreende as agrovilas 06, 07 e 08 da zona rural de Presidente Médici, cujo total de famílias é mais de 300 na zona rural estavam padecendo com a falta de água na região há mais de 14 anos. Distante a 42 quilômetros da área urbana do município, os produtores rurais apenas tinham um poço improvisado e os moradores das demais áreas sofriam para armazenar água.
Longínquo e sem água, os primeiros habitantes foram contemplados pelo Governo Federal, através do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para residir e produzir sem apoio técnico da EMATER na região, logo em seguida os primeiros colonos que chegaram ao Assentamento Chico Mendes passaram a vender os seus respectivos lotes, pois alegavam que faltava estimulo do poder público com a agricultura familiar.
De acordo com a presidente da Associação de Agricultores do Chico Mendes Três, Solange Sales, este fenômeno de venda de lotes retardou ainda mais o processo evolutivo da política pública voltada para a agricultura familiar no respectivo assentamento. “O governo nos contemplou com os lotes, mas sem água ficava difícil para a gente, e quem passou a vender suas áreas de forma ilegal prejudicou ainda mais os que vivem no Projeto de Assentamento”, disse Solange.
Segundo a vereadora Todinha, tanto o governo quanto os camponeses que venderam seus lotes para terceiros prejudicaram aqueles que sonhavam com o desenvolvimento sustentável da região. “Os técnicos do INCRA e da EMATER diziam a nós que a pratica da venda dos terrenos retardava as iniciativas do governo, porém, em 15 anos de existência no local nunca vi uma iniciativa efetiva do governo”, desabafou a vereadora Todinha.
Diante dos relatos do sofrimento do povo trabalhador do campo de Presidente Médici, por encaminhamento do deputado estadual, Hermínio Coelho (PSD), os deputados estaduais aprovaram a Lei 3075 de 17 de maio de 2013, garantindo recurso no montante de R$ 318.284,16, do orçamento próprio da ALE, com o objetivo de instalar um sistema de distribuição de água para uso doméstico aos moradores do referido Projeto de Assentamento.
“Hermínio é um homem do povo e ficou muito sensibilizado e revoltado com a situação, pois disse uma vez pra mim em seu gabinete, que é inadmissível aceitar a falta de água em uma região que contem a maior bacia hidrográfica do mundo”, enfatizou a vereadora Todinha. O recurso está em processo de execução.
Fonte: Maique Pinto
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