Segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 - 18h01
Realizado na manhã de segunda-feira (16) a assinatura de 132 contratos para financiamento rural, contabilizando um total de R$ 5.809.220,90. O empréstimo tem carência de três anos para começar e sete anos para serem pagos, com juros de 2% anuas, e concedidos pelo Banco da Amazônia S.A (Basa) por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com valor máximo de R$ 150 mil.
O investimento tem como base a aquisição de tratores, equipamentos, matrizes de animais, kits de pesca, construção ou reforma de curral, cerca, barracão de ordenha e implantação de cultura de abacaxi ou de mandioca. Durante o ano, já foram liberados mais de R$ 66 milhões para 1.587 projetos voltados aos produtores rurais.
A agricultora Zenita Marinho destaca que o financiamento feito por ela será “de grande utilidade na reformar a cerca, o curral e o pasto”. Já o produtor Simão de Souza e Silva vai comprar um trator. “Hoje eu pago três mil reais por mês a hora/máquina. Com o crédito vou acabar com este custo”, declara.
Para o governador Confúcio Moura o empréstimo terá resultado satisfatório na economia do Estado, dentro de um ou dois anos, com juros a 2%. “É como se fosse de pai para filho. Fácil de pagar”, disse o governador.
De acordo com o superintendente Regional do Basa, Valdecir Tozzi, informa que o banco está cumprindo sua missão de fomentar a agricultura, levando recurso aos produtores rurais. “Nunca o agricultor teve tanto acesso a crédito e aos títulos das terras. O governador Confúcio Moura vem trabalhando para por fim aos conflitos agrários e desenvolver a agricultura plena e justa”, informa.
O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri) Evandro Padovani, explicou que as ações do Governo Estadual, como regularização fundiária rural, assistência técnica, inauguração da usina de calcário e agroindústrias significam o fomento do setor familiar no Estado. “Com estas ações, o Governo combate o êxodo rural, dar oportunidade aos jovens do campo e desenvolve a área agropecuária”, esclarece.
“Cada político tinha que bater feijão por meia hora para aprender o valor do agricultor”, disse o deputado estadual Euclides Maciel. Ele também falou que o produtor rural só precisa de condição de trabalhar. “Nunca vi produtor rural pedir cesta básica”.
Confúcio Moura foi além ao destacar a economia de Rondônia. Para ele o Estado tem competência de ser auto-suficiente em relação a criar condições para o consumo local, “Consumimos muita mercadoria que vêm de fora. Temos que ser produtores de comida”, finalizou.
Decom/Ro / Amabile Casarin
Foto: Marcos Freire
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