Sexta-feira, 28 de junho de 2013 - 14h08
A Feira Sabor do Campo, realizada no estacionamento do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, está se consolidando como uma atividade de grande importância para os reassentados assistidos pela parceria Santo Antônio Energia/Emater. Criada com o intuito de oferecer aos agricultores dos Projetos de Reassentamento (PR) Santa Rita, Morrinhos, Riacho Azul e São Domingos um canal de comercialização de seus produtos, a feira já se encontra em sua terceira edição e luta pela sua transformação em feira livre dos reassentados.
A 3.ª Feira Sabor do Campo reúne entre 30 e 40 agricultores familiares retirados das áreas de alagamento em consequência da instalação da usina hidrelétrica Santo Antônio. Reassentados em outras áreas eles contam com a parceria Santo Antônio Energia/Emater que vem realizando atividades com o intuito de oferecer melhores condições e qualidade de vida àqueles que tiveram que deixar suas casas.
Hoje, a maioria deles está satisfeita com os resultados que vêm obtendo com a venda dos produtos na Feira. O reassentado Antônio Varini, de São Domingos, por exemplo, participa pela segunda vez da feira vendendo hortifrutigranjeiros. “Na primeira vez vendemos tudo o que trouxemos”, fala entusiasmado. As reassentadas Elisângela Martins da Silva e Valdirene Pereira dos Santos, ambas do PR Santa Rita animaram-se com a ideia de uma nova alternativa de comercialização e vieram testar. “Se a gente vender tudo a gente vai vir sempre”, diz Valdirene.
O extensionista da Emater, Janderson Dalazem explica que os agricultores estão sendo orientados de forma a conduzir sozinho as suas atividades. Nessas primeiras edições a Santo Antônio Energia tem entrado com a logística de deslocamento e exposição dos produtos e a Emater está acompanhando e orientando os reassentados na comercialização dos produtos, mas a ideia é que eles comecem a se virar sozinhos. “Muitos já assimilaram a atividade com profissionalismo e trazem seus produtos já embalados para facilitar a comercialização”, diz o extensionista.
Dalazem conta ainda que nas duas primeiras edições o balanço geral indicou uma venda de oito mil reais por evento. O reassentado Varini explica que isso se deve à venda direta ao consumidor. “Lá no assentamento eu tenho que vender para o atravessador, aqui meu lucro maior”.
A única reclamação de todos é a instabilidade da Feira. Por ainda não ser legalizada ela não tem dia certo para ser realizada. Mas já há uma proposta sendo elaborada pelos técnicos da Emater para instituição de feira livre dos reassentados. Essa proposta será levada á apreciação dos vereadores de Porto Velho para que vire um projeto de Lei. Se aprovada garantirá aos reassentados a comercialização semanal de seus produtos em local fixo, predefinido.
A Feira tem acontecido apenas uma vez por mês, das oito horas ao meio dia comercializando produtos como: frutas, verduras, farinha, aves, bolos e artesanatos, entre outros. O secretário executivo da Emater, Luiz Gomes, acompanhado do coordenador técnico de planejamento, José Tarcisio Mendes e do gerente regional Marcio Milani foi conferir a feira e aproveitaram para comprar os produtos.
Fonte: Wania Ressutti
Terça-feira, 31 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Célio Lopes se filia ao União-Brasil e lança pré-candidatura a deputado federal
O advogado Célio Lopes, 34 anos, assinou nesta terça-feira (31) sua filiação ao União-Brasil, em cerimônia realizada em Brasília. A adesão foi abona

A educação de Cacoal recebe um importante reforço com a destinação de mais de R$ 3 milhões para obras em escolas da rede municipal. O recurso, viabi

Deputada Ieda Chaves resgata idosa, 10 animais e revela drama humano em Porto Velho
Após uma ação da Patrulha de Resgate, um projeto liderado pela deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) na última semana, no bairro Aponiã, em P

A deputada federal Cristiane Lopes (Podemos) segue consolidando seu mandato com ações efetivas para o fortalecimento da agricultura em Rondônia e, c
Terça-feira, 31 de março de 2026 | Porto Velho (RO)