Terça-feira, 29 de outubro de 2013 - 07h11
A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), em parceria com a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (IDARON), promoveu palestra direcionada às famílias do Reassentamento Rural Coletivo sobre a raiva bovina e a importância da vacinação regular do rebanho. O evento ocorreu na sede da Associação Vida Nova dos Reassentados Rurais, no dia 15 deste mês.
De acordo com Marco Canedo, coordenador de Meio Ambiente e Socioeconomia da ESBR, a palestra faz parte da assistência técnica que a concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau oferece aos reassentados rurais. Inclusive, já ocorreram outras atividades com o objetivo de fomentar a produção das famílias.
“A proposta é que os produtores estejam cada vez mais capacitados. Por isso, nesta nova etapa, os participantes estão sendo informados sobre os cuidados que devem ter com a saúde do rebanho e conscientizados sobre a importância da vacinação,” destacou Canedo.
Além de conhecerem mais sobre a raiva bovina, os reassentados foram informados sobre outras doenças que podem atingir tanto o gado quanto as criações de aves, porcos e cavalos. Ao final da palestra, os técnicos da IDARON enfatizaram a importância e esclareceram dúvidas sobre a vacinação.
Para a produtora Edilene de Almeida Castro, a palestra foi o momento de conhecer mais sobre a raiva e as demais doenças que podem atingir o gado e os outros animais. “Eu desconhecia diversas informações. Agora sei sobre o risco de contaminação humana e que podemos chamar técnicos da IDARON para vir a nossa propriedade caso exista alguma suspeita”, afirmou.
Raiva Bovina
Durante a palestra, o médico veterinário da IDARON, Leandro dos Santos informou que a região é considerada de alto risco pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no que se refere à raiva bovina. Isso porque, as possibilidades do animal contrair a doença, através da mordida do morcego hematófago (que se alimenta de sangue) são maiores, devido às alterações ambientais que obrigam o morcego a migrar do seu local de origem.
De 2000 a 2012, foram registradas 950 notificações da doença em Rondônia e 176 focos. O produtor, segundo Santos, tem que ficar alerta aos sintomas da raiva bovina. Mediante qualquer suspeita, é fundamental que a pessoa não entre em contato com o gado doente, pois a raiva pode ser transmitida ao homem.
A IDARON deve ser informada para enviar um veterinário, que fará o acompanhamento e até mesmo a coleta de amostras. O material coletado será encaminhado a um laboratório para confirmação ou não da raiva. E em caso de confirmação da doença, o restante do rebanho também deverá ser vacinado.
De acordo com a IDARON, todos os esforços estão sendo feitos para o controle da raiva no Estado. Além da orientação constante aos produtores, também é realizado o controle populacional dos morcegos transmissores.
Fonte: Comunica
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