Terça-feira, 8 de setembro de 2015 - 15h02
Quatro entidades privadas que prestam serviços sociais receberam, nesta terça-feira (8), alimentos não perecíveis que foram obtidos pelo governo de Rondônia durante um concurso para estagiários. A maior parte das doações foi entregue a organizações que atendem dependentes químicos em Porto Velho. A entrega aconteceu no refeitório do edifício Rio Pacaás Novos, no Palácio Rio Madeira.
George Braga, secretário estadual do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), que representou o governador Confúcio Moura, afirmou que as drogas prejudicam famílias e que o estado atende as demandas apresentadas.
O secretário destacou que há quase 1.500 quilômetros de fronteiras no estado. “São áreas que favorecem o tráfico de drogas e o contrabando. A proteção destas regiões é competência da União. O estado é coadjuvante, mas cumpre seu papel”, explicou ao assinar o termo de doação aos representantes das entidades.
Foram obtidos 1.200 quilos de alimentos, que vão beneficiar as organizações Refúgio Canaã, Vivo para a Glória de Deus, Confrontando Gigantes e Associação dos Moradores da Vila Princesa.
A arrecadação foi promovida pela Sepog e Superintendência de Gestão de Pessoas (Segep) no concurso para a admissão de estagiários para o serviço público estadual. “Não houve pagamento de taxas. Pedimos doação de alimentos não perecíveis”, explicou o secretário Braga.
“Esta ajuda é muito importante para as pessoas carentes do nosso bairro”, comemorou Francisco Rodrigues, presidente da Associação dos Moradores da Vila Princesa. A entidade atende a 300 famílias, a maioria muito pobres.
As doações vão complementar a alimentação dos moradores, que tem na coleta de lixo para reciclagem a principal fonte de sobrevivência. “Estamos sempre precisando de apoio. Esta, agora, vai ajudar bastante”, acrescentou.
Edileno Borba Gonçalves, responsável pela Associação Vivo para a Glória de Deus, agradeceu pelas doações recebidas e elogiou a iniciativa do governo de Rondônia. A casa que ele dirige atende 15 dependentes químicos, apenas com o que ele define como terapia cristã. “Não tratamos com remédios, mas a pessoa precisa querer se livrar das drogas”, informou.
A associação comandada por Gonçalves não está, segundo ele, ligada a nenhuma denominação religiosa específica. “Os dependentes precisam de alguém que ouça seus problemas, oriente e dê atenção, mas há muita burocracia para que façamos este serviço”, argumentou.
Fonte
Texto: Nonato Cruz
Fotos: Bruno Corsino
Secom - Governo de Rondônia
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