Quinta-feira, 17 de novembro de 2011 - 06h45
Ontem, apresentei-me aos sindicatos rondonienses, com a franqueza dos dados e disposição permanente do diálogo. Não foi sempre assim em RONDONIA. E o clima por muitos anos foi de tensão e dúvidas. Agora, não.
Tudo isto tem dois objetivos claros: – evitar o desgaste das paralisações prejudiciais para todos e o de conduzir o Estado com responsabilidade, mantendo as suas contas dentro da lei. Porque todos nós – governo, sociedade e funcionários não temos o direito de matar a galinha dos ovos de ouro -’que é o Estado, suas empresas públicas e privadas.
Temos, nesta quadra do tempo, muita coisa para levar em conta. Uma delas é que o Brasil está dentro do mundo. Nós compramos e nós vendemos pra dentro e pra fora do país. E vendo e ouvindo a televisão assistimos a visível crise americana e européia.
Quem diria crise econômica tão séria? Os gregos, portugueses, italianos, irlandeses, enfim, todos os países da União Européia, em conflitos políticos e econômicos? A Presidente Dilma está cautelosa. Está reduzindo os gastos e investimentos. Fará um enxugamento na máquina do governo em Janeiro. Nós também.
O mundo inteiro está com as barbas de molho. A indústria paulista demitiu 80 mil trabalhadores e não teve crescimento este ano. Todos nós rondonienses sejamos prudentes. A casa é nossa. Não vamos acender pavios de dinamites para nos matar.
Estou chegando a 11 meses de governo. E as relações com os funcionários públicos tem sido boas. Tivemos ganhos reais nos salários. Algumas categorias tem ainda sérias distorções, que gradualmente teremos que corrigir e ajustar. Para ser justos teremos que governar como num sistema de vasos comunicantes, onde os níveis devem se igualar sempre. Não cabe esperteza, nem o poder de fogo maior de um ou outro, mas, o equilíbrio sempre estável.
Até o final do ano, todos os dias, o governo estará de plantão para conversar com todos. Para juntos construirmos gradualmente as nossas carreiras publicas, mas, sempre tendo na mente que o Estado deve se manter sempre ajustado. Da minha parte eu juro – nunca serei irresponsável para não sacrificar o Estado e o seu povo.
Fonte: Blog do Confúcio
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