Quarta-feira, 10 de dezembro de 2014 - 15h01
O senador Ivo Cassol reuniu-se no início da tarde desta quarta-feira, 10, com o ministro das Cidades, Gilberto Occhi, técnicos do ministério e o prefeito de Cerejeiras, Airton Gomes, para cobrar os repasses devidos pelo ministério aos municípios de Cerejeiras, Vilhena, Cacoal, Rolim de Moura, Urupá e Ji-Paraná, que foram programados mas ainda não liberados para que as prefeituras deem sequência às obras iniciadas.
No caso de Cerejeiras, de um total de R$ 987.600,00 para obras de galerias pluviais e asfaltamento urbano, o ministério deve repassar nos próximos dias, se houver autorização do tesouro, R$ 462.365,00 referentes a 47% das obras já executadas para que a prefeitura pague pelos serviços que já foram executados. “Estamos numa situação muito complicada, foi retirado o asfalto e as galerias construídas mas a obra está parada porque a empreiteira que venceu a licitação não recebeu e a população é quem está sofrendo com o barro e a poeira. Agora com a chuvas vai ficar pior do que estava”, explicou o prefeito Airton ao ministro.
Cassol argumentou que além de Cerejeiras, Cacoal tem a receber mais de R$ 1.463.000,00 referentes às obras de esgotamento sanitário e saneamento. “Os técnicos da Caixa já fizeram três visitas e certificaram que está tudo certo, mas o dinheiro não foi depositado. Desse jeito não tem empresa que aguenta e a população paga o pato”, cobrou Cassol.
No caso de Vilhena e os demais municípios a situação é a mesma, com as obras de drenagem paralisadas por falta de pagamento do Governo federal. “Com o contingencionamento determinado pela presidente Dilma as obras nos municípios praticamente pararam em todo país, e em Rondônia não é diferente. Para complicar os municípios são pequenos e as receitas próprias não são suficientes para pagar as construtoras, que são obrigadas a para as obras por falta de recebimento”, disse Cassol.
A equipe de técnicos do ministério explicou que o que cabia às prefeituras e ao ministério das Cidades foi feito, restando apenas aguardar que o ministério da Fazenda libere os recursos para que sejam repassados aos municípios, o que deve acontecer nos próximos dias, segundo o ministro Occhi, graças a aprovação da mudança do cálculo do superávit aprovado na semana passada pelo Congresso.
Fonte: Marco Antônio
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