Sexta-feira, 22 de abril de 2011 - 17h05

Os moradores do bairro Mariana, na zona leste da cidade, aprovaram a iniciativa da Prefeitura de Porto Velho de levar até os bairros o “Caminhão Feira do Peixe”, na parceria firmada com o Sindicato dos Pescadores de Porto Velho (Sindipesca). O Caminhão ficou na quarta e na quinta-feira em locais diferentes. Na quarta, 20, o veículo ficou estacionado na rua Rosalina Gomes, ao lado do Colégio Jânio Quadros.
Na última quinta-feira, 21, no cruzamento da avenida José Amador dos Reis com a Plácido de Castro, próximo à igreja Santiago. Nesta sexta, 22 e no sábado, 23, o Caminhão estará atendendo a população no Mercado do Produtor. “Para mim, foi muito boa essa iniciativa do prefeito em fazer com que o caminhão do peixe percorresse os bairros da cidade. Quem não tem condições de comprar peixe no supermercado ou no mercado, tem mais que aproveitar porque o preço está muito em conta”, testemunhou a moradora Lucilene Siqueira de Jesus.
Essa foi a mesma opinião de Daniel do Carmo, que aproveitou a oportunidade para comprar cinco quilos de tambaqui. “Achei maravilhosa essa idéia. Por aí o quilo do pescado está muito caro, o que faz com que poucas pessoas consigam comprar peixe, principalmente durante a Semana Santa.
O vendedor Ronaldo Garcia, lembrou que o quilo do pescado no Caminhão Feira do Peixe,custa R$ 5, enquanto que em outros locais não é vendido por menos de R$ 8.
Mas já há estabelecimentos reduzindo o preço para fugir da concorrência do caminhão do peixe. E essa foi a intenção do prefeito Roberto Sobrinho, ao repassar o veículo ao Sindicato dos Pescadores. Com o pescado sendo adquirido diretamente do produtor, a tendência é o preço cair, porque a figura do atravessador, que encarece o produto, desaparece.
Nesta quarta-feira, no Jardim Mariana, o vendedor Ronaldo Garcia, afirmou que a procura foi grande. “Trouxemos para cá uns três mil quilos e até o final da manhã metade já havia sido vendido”, adiantou. Para os moradores, a procura seria maior se houvesse uma divulgação antecipada. Lucilene Siqueira sugeriu que um carro-som percorresse os bairros onde estaria o caminhão, com no mínimo um dia de antecedência para que a população local tomasse conhecimento. “Eu, por exemplo, soube porque alguém me avisou que o caminhão estaria aqui hoje. Se mais pessoas soubessem a movimentação seria maior”, frisou.
Fonte: Joel Elias
Foto: Frank Néry
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