Segunda-feira, 18 de junho de 2018 - 21h15
O plano estava arquitetado. Reclusos na Casa de Detenção de Cacoal aguardavam a chegada de um pacote com 10 celulares, além de carregadores. Mas o serviço de inteligência se antecipou, os agentes penitenciários foram avisados e ficaram em alerta.
Foi quando, no último final de semana, na madrugada de sábado para domingo, por volta das 02h30min, os agentes de plantão localizaram dentro do pátio da unidade o pacote “recheado” com os aparelhos telefônicos.
Esse tipo de tentativa de infiltrar celulares dentro de presídio tem sido muito comum no Brasil, onde a maioria dos estabelecimentos prisionais é rodeado de muros e tem a parte superior aberta. Nessa situação, os materiais ilícitos são lançados por cima. Para esse tipo de crime, geralmente os criminosos utilizam mão de obra de menores infratores.
No caso ocorrido na Casa de Detenção de Cacoal, um fator facilitador é que esta unidade está situada na área urbana da cidade. Normalmente o receptor do ilícito é avisado, durante o dia de visita, do horário exato da ação. E o lançador sabe exatamente a direção a ser lançado.
Como se vê na foto, os celulares estavam dentro de uma sacola plástica, o que facilita ser puxado por baixo do portão da cela, utilizando algum tipo de gancho improvisado ligado a uma “teresa” (corda artesanal feita com pedaços de pano).
PROTEÇÃO
A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) destaca que as ações dos agentes penitenciários vêm frustrando muitas tentativas em tempo hábil e de forma inteligente. E lembra que os agentes também realizam as revistas de rotina nas celas para apreensão de ilícitos.
O secretário de Justiça, Adriano de Castro, observa que o trabalho dos agentes é importância até mesmo para a proteção da população. "Muitas vezes, os aparelhos são usados pelos detentos para planejar ações criminosas na cidade, como assassinatos e roubos; para ameaçar advogados ou para praticar o chamado ‘golpe do sequestro’, que vem sendo frequente atualmente em todo o país”, disse Adriano.
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