Quinta-feira, 2 de abril de 2009 - 16h27
Marcos Aurélio Soares, um dos líderes do contrabando de diamantes da Reserva Indígena Roosevelt, foi condenado a mais de 13 anos de prisão em regime fechado
Após denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO), a Justiça Federal condenou na última semana um dos líderes de um grupo criminoso que contrabandeava diamantes da Reserva Indígena Roosevelt. Marcos Aurélio Soares Bonfim era agente da Polícia Federal em São Paulo e, durante as investigações da Operação Kimberly, ocorrida em 2003, descobriu-se que ele liderava uma organização criminosa com ramificações na cidade de São Paulo e também em Rondônia. O grupo era composto por 20 pessoas, entre eles servidores públicos federais da Fundação Nacional do Índio (Funai), policiais civis, empresários, advogados e índios, e se destinava ao contrabando de diamantes da Terra Indígena ao exterior.
A Operação Kimberly foi deflagrada em oito de março de 2004 e cumpriu, na época, mandados de prisões temporárias, busca e apreensão. Durante a operação, foram apreendidas mais de cem pedras de diamante extraídas ilegalmente e que seriam contrabandeadas para Israel. A ação da Polícia Federal baseou-se em investigações prévias por interceptação telefônica. Além dos diálogos gravados, o inquérito policial também relatou que Marcos Aurélio Soares Bonfim morou durante um ano – de outubro de 2002 ao mesmo mês do ano seguinte - em Espigão D'Oeste, cidade onde está localizada a Reserva Indígena Roosevelt. Durante este período, ele constituiu uma empresa de mineração denominada Arco Iris Ltda.
Baseando-se no inquérito policial, o MPF ofereceu denúncia à Justiça Federal, que condenou Marcos Aurélio Soares Bonfim a 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção ativa, contrabando, formação de quadrilha e crime contra a ordem econômica.
Fonte: Ascom/Procuradoria da República em Rondônia
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