Sábado, 5 de maio de 2018 - 10h36

247 – As investigações relacionadas ao doleiro Dario Messer, considerado o 'doleiro dos doleiros', podem complicar ainda mais o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que atirou o Brasil no precipício ao liderar o golpe contra a presidente honesta Dilma Rousseff. Isso porque o empresário Alexandre Accioly, apontado pelas empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez como 'laranja de Aécio', era um dos principais clientes do banco EVG, de Messer, usado para lavagem internacional de recursos.
"O empresário Alexandre Accioly tinha uma conta em um banco utilizado para ocultar e lavar dinheiro de clientes do doleiro Dario Messer, segundo investigações da Operação Câmbio, desligo. As apurações mostram que Accioly recebeu, por meio de uma empresa na qual tinha como sócio o apresentador Luciano Huck, R$ 500 mil de Roberto Rzezinski – outro doleiro alvo da operação. Na decisão em que autorizou a prisão de dezenas de doleiros e operadores, o juiz Marcelo Bretas listou pessoas citadas na Operação Lava Jato do Rio que possuem conta no EVG, banco localizado em Antígua e Barbuda, no Caribe. A instituição financeira tinha como 'sócio oculto' Messer, conhecido como 'o doleiro dos doleiros'”, informa o blog do jornalista Fausto Macedo.
"Accioly também é citado no pedido de prisão do Ministério Público Federal contra os doleiros investigados na Câmbio, desligo. Segundo os procuradores da Lava Jato, a Empresa Brasileira de Distribuição de Ingressos, que tinha como sócios Accioly e Huck, recebeu depósitos do doleiro Rzezinski. Efetuados em setembro 2009, os repasses do doleiro para a empresa somam R$ 500 mil. Além das transações, o Ministério Público Federal afirma que Accioly e Rzezinski foram sócios na academia A! Body Tech 21. Com mandado de prisão expedido pelo juiz Marcelo Bretas, Rzezinski é apontado como um dos doleiros do MDB. Não é a primeira vez que Accioly é citado na Lava Jato. Delatores da Odebrecht apontaram repasses feitos para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por meio de Accioly. Segundo o delator Henrique Valladares, uma das parcelas destinadas a Aécio foi feita em uma conta em Cingapura de nome 'Accioly'”, diz ainda a reportagem.
Sobre as empreiteiras, tanto Odebrecht como Andrade Gutierrez apontaram Accioly como laranja de Aécio e afirmaram ter feitos repasses de R$ 50 milhões, relacionados ao apoio que a estatal mineira Cemig deu a um projeto das construtoras no setor elétrico (leia mais aqui).
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