Sábado, 19 de setembro de 2009 - 21h40
O Tribunal do Júri ainda não divulgou as despesas com a logística que envolve toda estrutura do julgamento de Hildebrando Pascoal e mais seis acusados de participarem de toda trama do conhecido "crime da motosserra", mas para realizar o rito programado para o dia 21, o juiz Leandro Gross vem utilizando todos os recursos disponíveis para o efetivo cumprimento da tutela jurisdicional.
Na decisão tomada na última quinta (17), o magistrado julgou "inadmissível a desobediência do servidor público Ruscelino Araújo Barbosa" que conforme consta nos autos, teria se negado apresentar a testemunha Gleysson Maia Barros (servidor do IBAMA).
O juiz determinou a instalação de procedimento administrativo contra o servidor e cópias da decisão ao Procurador da República e a Delegacia da Policia Federal pela desobediência apontada.
Ainda na decisão, Leandro Gross pediu a intimação pessoal de Ruscelino Araújo Barbosa para apresentar o funcionário requisitado, sob pena de prisão em flagrante, assim como da testemunha Gleysson Maia Barros para comparecer às 8h ao julgamento.
Sob o possível deslocamento de Gleysson Maia para o município de Feijó, a decisão determina eventual utilização de aeronave [Helicóptero do Estado] para promover a condução coercitiva da testemunha, que caso seja transportado de Helicóptero, vai arcar com as despesas do transporte.
Sobrou até para Anselmo Alfredo Forneck que foi intimado pessoalmente para apresentar o servidor requisitado, também sob pena de prisão em flagrante por crime de desobediência.
No Ibama, o ac24horas tentou falar com os envolvidos na decisão judicial, mas nenhuma das pessoas foram encontradas. 27 testemunhas entre defesa e acusação, deverão comparecer no Júri do dia 21.
Jairo Carioca - da redação ac24horas
Rio Branco Acre
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