Segunda-feira, 25 de agosto de 2025 - 15h15

O ex-prefeito Chiquilito Erse bateu todos os recordes de
aprovação popular nas duas oportunidades em que administrou o município de
Porto Velho. O ex-prefeito José Guedes figura na galeria dos melhores que
passaram pelo Palácio Tancredo. Além de seu tirocínio e extraordinário zelo no
trato dos recursos públicos, não se pode negar que Guedes, à exemplo de Erse,
entrou e saiu pela porta da frente, de cabeça erguida, sem carregar nenhuma
nódoa em sua biografia como cidadão e político probo.
Embalado pelas obras do PAC (Programa de Aceleração do
Crescimento), que transformaram a capital de Rondônia num canteiro de obras, o
ex-prefeito Roberto Sobrinho conquistou a simpatia de muitos porto-velhenses,
chegando, inclusive, a ser apontado como uma das personalidades mais influentes
do Estado, mas aí explodiu o escândalo da Empresa Municipal de Desenvolvimento
Urbano (EMDUR) que o mandou para a cadeia e, de quebra, ainda triturou sua
popularidade, de maneira que Sobrinho
não conseguiu se eleger mais nem para
guarda de quarteirão, com todo respeito aos que exercem essa importante
profissão.
Apesar dos excelentes índices de popularidade, nem Chiquilito,
nem Guedes, nem Sobrinho chegaram ao governo do Estado, provavelmente por que
não se preocuparam em fincar bases sólidas nos principais colégios eleitorais
do interior. Hildon Chaves entregou a prefeitura de Porto Velho ao seu
sucessor, Léo Moraes, com a credibilidade nas alturas, a ponto de ocupar lugar
de destaque no ranking dos melhores prefeitos do país, alcançando 75% de
aceitação popular. Não é pouca coisa. É
fato. Qual político não gostaria de estar em seu lugar?
Em 2026, Hildon pretende entrar na briga pela cadeira hoje
ocupada pelo governador Marcos Rocha, mas ele sabe que, para chegar tão longe,
vai precisar conquistar o eleitor interiorano, sem o qual jamais logrará êxito
em sua pretensão de comandar os destinos dos rondonienses.
Domingo, 29 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
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