Terça-feira, 14 de setembro de 2021 - 15h31

Apesar de alguns institutos de pesquisas apontarem
Lula como preferido nas intenções de voto do eleitor na corrida pela
presidência da República em 2022, o que se tem visto nas mídias sociais é o
ex-presidente e sua habitual vassalagem sendo recepcionados com chuvas de ovos
aonde quer que vão. Para essa regra, porém, não há exceção.
Já o presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, a
despeito de não ser o queridinho das sondagens, ainda pode dar-se ao luxo de
sair às ruas sem correr o risco de receber uma ovada na cara ou, então, ser
chamado de ladrão, como tem acontecido com o petista todas as vezes que se
aventurou a colocar os pés fora de casa.
Tanto Lula quanto Bolsonaro, contudo, têm alta taxa de reprovação popular. Por conta disso, observadores políticos falam na possibilidade de uma terceira via. Entre os mais lembrados despontam o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, o governador de São Paulo, João Dória, e o desconhecido governador do Rio Grande do Sul, cujo nome não me recordo agora.
Enquanto isso, a população continua comendo o pão
que o diabo amassou, engoliu e regurgitou, tendo que conviver com uma inflação
que já passa de dois dígitos. O percentual varia de acordo com a região do
país. Em Curitiba, por exemplo, chegou a 11,43% no mês de agosto. Os vilões são
alimentos, energia elétrica e combustíveis.
Como diz o ditado, na briga do mar contra o
rochedo, quem sempre leva a pior é o marisco. Nesse caso, o povo, o eleitor,
que terá em 2022 uma difícil missão, ou seja, escolher o menos ruim. Certo,
mesmo, é que a maioria da população já deixou claro que não quer saber nem de
Lula nem do PT.
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