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Nem Lula nem Bolsonaro, e agora?


Nem Lula nem Bolsonaro, e agora? - Gente de Opinião

Apesar de alguns institutos de pesquisas apontarem Lula como preferido nas intenções de voto do eleitor na corrida pela presidência da República em 2022, o que se tem visto nas mídias sociais é o ex-presidente e sua habitual vassalagem sendo recepcionados com chuvas de ovos aonde quer que vão. Para essa regra, porém, não há exceção.

 

Já o presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, a despeito de não ser o queridinho das sondagens, ainda pode dar-se ao luxo de sair às ruas sem correr o risco de receber uma ovada na cara ou, então, ser chamado de ladrão, como tem acontecido com o petista todas as vezes que se aventurou a colocar os pés fora de casa.

 

Tanto Lula quanto Bolsonaro, contudo, têm alta taxa de reprovação popular. Por conta disso, observadores políticos falam na possibilidade de uma terceira via. Entre os mais lembrados despontam o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, o governador de São Paulo, João Dória, e o desconhecido governador do Rio Grande do Sul, cujo nome não me recordo agora.

 

Enquanto isso, a população continua comendo o pão que o diabo amassou, engoliu e regurgitou, tendo que conviver com uma inflação que já passa de dois dígitos. O percentual varia de acordo com a região do país. Em Curitiba, por exemplo, chegou a 11,43% no mês de agosto. Os vilões são alimentos, energia elétrica e combustíveis.

 

Como diz o ditado, na briga do mar contra o rochedo, quem sempre leva a pior é o marisco. Nesse caso, o povo, o eleitor, que terá em 2022 uma difícil missão, ou seja, escolher o menos ruim. Certo, mesmo, é que a maioria da população já deixou claro que não quer saber nem de Lula nem do PT.    

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