Sexta-feira, 20 de maio de 2022 - 08h18

Se tem uma coisa que me deixa extremamente desconfortável é com a danada da ingratidão. Aprendi, desde tenra idade, que, quem dá geralmente não espera receber nada em troca, porém, quem recebe, tem a obrigação de agradecer. Infelizmente, nem todo mundo pensa assim. Tem gente que se acha merecedor de tudo, cabendo ao outro apenas estar sempre à sua disposição.
Tempos atrás, o Plenário da Câmara Municipal de Porto Velho aprovou o Projeto de Lei n.º 4.358/2022, de autoria da mesa diretoria, que concede recomposição salarial no percentual de 10,06% para os servidores ativos e inativos.
Escrevi um artigo agradecendo, principalmente, a Deus. Depois, à mesa diretora, presidida pelo vereador Edwilson Negreiros, que não mediu esforços para atender à justa reivindicação da categoria; aos representantes dos servidores (sindicato e comissões), que lutaram como gigantes para garantir esse direito constitucional; aos servidores (ativos e comissionados), que participaram, direta ou indiretamente, na elaboração do projeto; e, finalmente, aos vinte e um vereadores, que votaram pela aprovação da matéria.
Reconheço, hoje,
que cometi uma indelicadeza ao deixar de fora da lista a pessoa que levou o
autógrafo em mãos para ser sancionado pelo prefeito Hildon Chaves, logo que
acabou a Sessão. Trata-se do sr. Devanildo Santana, Secretário Adjunto da
Secretaria Geral de Governo, mais
conhecido como Dr. Santana, a quem
agradecer pela gentileza. Faço-o, não apenas em meu nome, mas em nome de
todos os colegas da Câmara Municipal de Porto Velho. Dr. Santana, obrigado.
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Saúde estadual – a tragédia anunciada
A crise que se instalou no sistema de saúde de Rondônia é mais antiga do que o Código de Hamurabi. Lembro-me que, em outubro de 1994, matéria do ext

Alemanha perde para Portugal a corrida ao Conselho de Segurança da ONU
Parabéns a Portugal e a Paulo Rangel pelo sucesso da eleiçãoPortugal conseguiu um lugar como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU

Cai N’Água: Uma História de Amor Não Correspondido
O Cai N’Água continua sendo cantado pela boemia como se fosse um altar romântico da vida ribeirinha. Mas basta chegar perto para perceber que o enca

A cantilena demagógica da transposição
Não sei você, mas eu não suporto mais ouvir essa conversa mole de transposição de servidores do ex-Território de Rondônia para os quadros da União.
Segunda-feira, 8 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)