Terça-feira, 26 de outubro de 2021 - 10h39

Aos poucos, vão aparecendo os eventuais candidatos à futura vaga
do governador Marcos Rocha, que deverá disputar a reeleição. O surgimento de
alguns nomes nos mais diversos segmentos políticos no tabuleiro sucessório,
inicia assim a definição do quadro de aspirantes ao posto máximo do Estado em
torno do qual o eleitor rondoniense terá de optar nas eleições que se
avizinham.
Todos, é claro, se consideram prontos para a espinhosa tarefa de
governar um Estado com tantos e complicados problemas como é o caso de
Rondônia, mas a decisão final é sempre do povo, ao qual cabe, numa democracia, em
tese, o direito de exprimir a sua vontade, as suas opiniões, as suas
necessidades e os seus anseios e, aos políticos, o dever e a sensibilidade para
ouvi-lo, compreendê-lo e procurar atendê-lo.
Na prática, porém, nem sempre é assim que funciona. Por incrível
que pareça, tem político que não gosta de ser contrariado. Muitos ficam
revoltados quando são cobrados pelo eleitor. Alguns, inclusive, reagem com
gestos obscenos às criticas da população, evidenciando que não estão
devidamente preparados para o exercício da função pública.
Oro para que os postulantes ao cargo de governador de Rondônia
sejam homens vocacionados para a difícil empreitada que se avizinha. É uma
responsabilidade muito grande. Rondônia precisa estar incorporado ao progresso,
motivo pelo qual carece de um governante aguerrido, experiente e capacitado. Não
é tarefa para qualquer neófito.
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