Quarta-feira, 5 de outubro de 2011 - 06h01
Entre dois esteios de aquariquara do jornalismo rondoniense – Pinheiro e Osmar Silva. Sustentado por
eles fico forte também. Quase eterno como aroeira, itaúba e outras madeiras de lei. Osmar começou por Ariquemes com seu memorável e saudoso jornal – O PARCELEIRO, que acalentava o povo chegante de notícia bem escrita, de histórias das aventuras e registrou toda a epopéia da colonização do Estado. E foi ao rádio com programas de audiência nas nuvens – SEM PAPAS NA LINGUA. Doía na alma as verdades ditas por Osmar, mas, na maior ética possível e amplo direito de defesa a quem se sentisse ofendido.
Pinheiro com sua voz inconfundível, mais rádio que jornal, ele mergulhado nas ondas, viaja por Porto Velho inteira, invade casas e matas, céus e terra, vai longe, por quaisquer que sejam as emissoras, já peregrinou por quase todas da cidade, pelo tempo natural da vida, ele e voz estão tatuados nos corações do povo rondoniense. Fico forte entre eles. Me induz uma onda boa dentro de mim. Gosto deles de graça, sempre e tanto gostarei. No mais é lembrar e admirar os seus grandes feitos. Amigos para sempre!
Fonte: Blog do Confúcio
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