Quinta-feira, 5 de março de 2020 - 18h37

Mais cores e oportunidades nas vidas dos jovens em conflito com a lei de Vilhena. É isso que as oficinas de Arte da Fundação Cultural de Vilhena (FCV) estão proporcionando às turmas semanais de 16 alunos que aprendem várias técnicas artísticas em parceria com a Justiça, a Casa do Egresso, a Casa da Cidadania, Centro de Atendimento aos Idosos, Colônia Penal e Secretaria Municipal de Assistência Social desde janeiro.
“Nos inscrevemos em um edital da Justiça Federal em novembro de 2019 e fomos contemplados. Esse projeto nos deu recursos para comprar materiais que permitem executar oficinas de arte-terapia dentro das unidades. É um trabalho muito positivo, pois estamos ‘pescando’ esses meninos lá de dentro para dar uma nova oportunidade para eles”, explica Kátia Valléria, presidente da FCV.
Ministradas pela oficineira, artista e servidora da Prefeitura, Luciane Feitosa, as aulas ensinam beneficiamento de madeira, decoupage, confecção de pano de prato, estêncil, pintura em tela, acrílico sobre tela, envelhecimento e reciclagem de artesanato, entre outros. Todos os materiais para alunos e professores, como tintas, pincéis, telas, tecidos para pintura, estêncil, cola e outros foram adquiridos pelos recursos de mais de R$ 17 mil oriundos do edital da Justiça.
Apoiam a iniciativa o juiz da Vara de Execuções Penais da Comarca de Vilhena, Adriano Lima Toldo, e a juíza titular da 2ª Vara Cível de Vilhena, Kelma Vilela de Oliveira.
Mais informações podem ser conseguidas na Fundação Cultural, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira, na esquina da avenida Tancredo Neves com a avenida Presidente Nasser.
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