Terça-feira, 31 de outubro de 2006 - 12h57
Sílvio Santos
Na última quinta feira a sociedade de Guajará Mirim município de que fica a 360 Km da capital do estado de Rondônia, se reuniu em audiência pública solicitada pela direção da ONG Cidadania Ativa no plenário da Câmara de Vereadores de Guajará Mirim com o Secretário da Secel Antônio Ocampo Fernandes. A sociedade guajaramirense se fez representar pelos dirigentes do Bois-Bumbás Flor do Campo e Malhadinho; dirigentes da Associação Comercial; representante do Prefeito, 8 dos nove Vereadores, Presidente da Fundação Cultural e Turística Funcetur, Doutores da UNIR e pessoas interessadas, além da imprensa.
A audiência iniciou com a presidente da Associação Cidadania Ativa senhora Délia convocando o Secretário Ocampo para explicar da tribuna o porque até a presente data a construção do Bumbódromo não foi iniciada. Após aproximadamente uma hora de explanação do secretário, a palavra foi franqueada aos presentes tendo o Doutor Professor Celso Ferrer esclarecido toda a tramitação do processo via UNIR uma vez que em 2003 ano em que o processo começou a ser discutido era o Diretor do Campus da UNIR em Guajará Mirim.
Após várias discussões, inclusive com os vereadores esclarecendo ao Secretário Ocampo que até aquela data o governo estadual não havia comunicado à Câmara a intenção de construir o Bumbódromo na Pérola do Mamoré, fato que também foi lembrado pelo representante do prefeitura durante sua fala.
O Ocampo explicou que a obra só ainda não foi iniciada, porque a UNIR não liberou a área e sendo assim sugeria que a construção fosse feita na área onde está o Estádio de Futebol João Saldanha. "Acontece que aquela área segundo fui informado, é alagadiça e necessita de centenas de carradas de aterro para poder receber as fundações da construção do Bumbódromo". Diante do impasse a Cidade Ativa resolveu em comum acordo com os presentes a formar uma comissão com representantes dos Bois, da própria ONG, da prefeitura e dos Vereadores para discutirem junto ao governo estadual e órgãos afins o inicio da construção. "temos apenas setenta dias para sanar todos esses problemas, sob pena de devolver os recursos alocados", lembrou Antônio Ocampo.
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