Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026 - 15h50

Beira, idealizado e
produzido em Porto Velho, está entre os cinco curtas-metragens brasileiros
selecionados em todo o país para integrar a programação da Sessão do Mercado
“BRÉSIL 2” do Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand,
na França, no próximo dia 5 de fevereiro. Considerado o maior e mais importante
evento do mundo dedicado ao cinema curto, o festival contará com a exibição do
filme, dirigido por Marcela Bonfim.
A sessão faz parte do
Marché du Film Court, espaço estratégico do festival voltado à circulação,
difusão e fortalecimento de produções audiovisuais no cenário internacional. A
mostra reúne obras brasileiras contemporâneas e destaca a diversidade estética,
temática e territorial do cinema produzido no país.
Com uma narrativa
sensível e de resistência, Beira dialoga com questões ligadas a
território, memória, espiritualidade e vivências à margem, reafirmando o cinema
brasileiro como ferramenta de reflexão social e construção de novas narrativas.
A presença do filme no mercado internacional amplia suas possibilidades de
circulação, parcerias e exibição em festivais e janelas culturais.
Inserção
internacional da produção de Rondônia
O filme representará
o audiovisual nacional no Festival de Clermont-Ferrand por meio de uma
iniciativa que aposta na diversidade e na inventividade do cinema brasileiro
contemporâneo, além de promover ações de formação e inserção da produção do
Norte do país, especialmente de Rondônia, no cenário de realizadores internacionais.
A ação é fruto de parceria entre a Associação Cultural Kinoforum, Spcine,
Embratur e o Instituto Guimarães Rosa.
Criado em 1979, o
Festival de Clermont-Ferrand é hoje o maior festival de curtas-metragens do
mundo e o segundo maior evento cinematográfico da França em público e presença
profissional, atrás apenas de Cannes.
Estreia em
Tiradentes
Antes da exibição internacional, Beira integra a programação da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, no dia 31 de janeiro, em sessão no Cine Praça. O filme aposta em uma estética que cruza cinema negro, realismo poético e espiritualidade, reinscrevendo as margens no imaginário amazônico.
Dirigido por Marcela Bonfim, o curta ilumina vivências negras e LGBTQIA+
ancoradas nas margens (in)visíveis de Porto Velho, transformando territórios
periféricos em espaços de memória, escuta e resistência. A obra também se
destaca pelas parcerias institucionais, pela trilha sonora e pelo compromisso
ético com a representatividade no audiovisual.
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