Quarta-feira, 6 de junho de 2012 - 17h48
Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quarta-feira (dia 06/06), a presidente do TRT da 14ª Região RO/AC, desembargadora Vânia Maria da Rocha Abensur, confirmou que o Sintero, autor da ação da isonomia dos servidores federais do ex-território, repassou aos credores todos os valores levantados através de alvará judicial e comprovou o pagamento no processo através de prestação de contas.
A desembargadora convocou a imprensa rondoniense para falar sobre as denúncias divulgadas pelo CNJ de que haveria um esquema criminoso para desviar dinheiro dos precatórios.
Erroneamente o CNJ teria divulgado que R$ 358 milhões foram liberados e que os professores e os técnicos administrativos não receberam. A verdade é que foram liberados pagamentos da isonomia aos professores em 2006 e em 2009, cujos valores foram transferidos para as contas bancárias individuais dos credores e a prestação de conta desses pagamentos foi anexada ao processo pelo Sintero.
Em 2010, pelo mesmo sistema, foi pago o primeiro grupo da multa dos técnicos administrativos, também com a devida prestação de contas no processo.
O segundo grupo da multa dos técnicos administrativos foi pago em 2011, porém, com transferência direta dos valores individuais do TRT para as contas dos servidores.
Segundo a direção do Sintero, o processo da isonomia ficou tumultuado porque a própria Justiça quebrou a substituição processual e permitiu que vários advogados entrassem na ação, permitindo, inclusive, que a advogada Elisiane levantasse valores. Enquanto apenas o Sintero atuava com a sua assessoria jurídica não havia qualquer problema.
Até hoje ainda tem advogados tentando entrar no processo, conseguindo procurações de servidores mediante promessas milagrosas.
A respeito da apuração de possíveis irregularidades do processo, a direção do Sintero assegura que não tem nada a temer, visto que sempre atuou em defesa dos direitos dos servidores dentro do que estabelece a lei.
Para a direção do Sintero é de suma importância que o CNJ apure as irregularidades, identifique e puna os eventuais responsáveis pelas irregularidades, e que a União pague o que ainda deve aos servidores.
Fonte: Ascom /
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