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Dalton Di Franco está preocupado com o pós-usina


O pré-candidato a Prefeito pelo PDT, administrador de empresa, professor universitário e jornalista Dalton Di Franco afirmou que está preocupado com o destino de Porto Velho com o chamado período pós-usina. “O tempo de euforia com recursos de sobra está passando. No ano que vem vamos ter mais problemas do que recursos para administrar”, afirmou.

As oportunidades de empregos já começam a minguar, considera o pedetista. “O comércio sentirá as consequências com o aumento da inadimplência e a queda nas vendas”, explicou. Num sentido contrário, com o aumento de população que a cidade testemunhou, continuará crescente a demanda nos setores de saúde e de educação. “Assim como a pressão social causada pela escalada da violência urbana, conseqüência até mesmo do desemprego”, prevê Dalton.

Usando dados que são de domínio público, Dalton lembrou que arrecadação de ISS, imposto que é o carro-chefe da Prefeitura, saltou de R$ 41,3 milhões em 2008 (um ano antes dos trabalhos das usinas começarem de fato) para R$ 169,9 milhões no ano passado. “Mas isso tende a cair também”, acrescentou. “O município de Porto Velho passará a receber royalties quando as usinas estiverem gerando energia”, recorda. Estimativa da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a partir de 2014, os royalties referentes só a Jirau serão de R$ 5 milhões, chegando a R$ 31 milhões em 2020. “Mas até lá é preciso criar projetos de desenvolvimento para Porto Velho”, disse o pré-candidato do PDT.

Numa eventual eleição do PDT, Dalton disse que lutará para consolidar o crescimento da cidade registrado nesses últimos três anos, bem como os avanços conquistados no mesmo período, “agora aprimorando a educação e também o sistema público de saúde, tanto em termos de cobertura da população como no que diz respeito à qualidade”.

Dalton anuncia que intercederá junto ao Senador Acir Gurgacz e o deputado federal Marco Rogério, ambos do PDT, para que busquemos em Brasília os meios para minimizar esse quadro ameaçador. “O senador Acir já vinha fazendo discursos nesse sentido desde que assumiu a cadeira no Parlamento Federal. Agora precisamos agir, criando alternativas pontuais”, acrescentou Dalton.

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