Quarta-feira, 21 de março de 2012 - 19h30
Uma pesquisa divulgada nesta semana pela Firjan, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, classificou Porto Velho em 1º lugar em Gestão Fiscal, entre as capitais brasileiras e em 12º lugar entre os 5.565 municípios. No ranking desta atividade, a capital de Rondônia foi d
ivulgada em nível nacional como “excelência”. Além do próprio site da Firjan, a pesquisa repercutiu em vários jornais do País como o Jornal do Brasil, O Globo e sites como o Bol Noticias, vários blogs e outras mídias sociais.
A pesquisa avaliou as administrações municipais em suas finanças, investimentos, arrecadação própria, dívidas pendentes de um ano para o outro e os gastos com funcionários. A soma dessas avaliações deu o conceito “excelência” para apenas 2% das cidades, cerca de 95 municípios.
Melhor desempenho
Pelos dados da Firjan, entre as capitais do País, Porto Velho teve o melhor desempenho, pelo qual a administração municipal recebeu a nota (0,8805), avaliada como conceito “A”, o que lhe rendeu o título de Excelência em Gestão Fiscal, seguida por São Paulo (0,7797), Curitiba (0,7684), Campo Grande (0,7617) e Florianópolis (0,7210). Os três últimos lugares no ranking das 26 capitais ficaram com Natal (0,4519), Macapá (0,4404) e Cuiabá (0,3713).
Em Porto Velho, o aumento da arrecadação originado das obras das usinas hidrelétricas permitiu que a prefeitura investisse sem precisar postergar despesas nem se endividar para financiar os projetos. “A situação fiscal é difícil ou crítica para quase 65% dos municípios brasileiros” revela a pesquisa da Firjan, que classificou na faixa intermediária do ranking das capitais, com desempenho geral bom (conceito B), capitais como Belo Horizonte (12° lugar) e Rio de Janeiro (14°).
Segundo a pesquisa, estes são exemplos de que ter elevado nível de arrecadação tributária não é garantia de bons resultados nos demais indicadores.
Metodologia
Em sua primeira edição e com periodicidade anual, o IFGF traz dados de 2010 e informações comparativas com os anos de 2006 até 2009. O estudo é elaborado exclusivamente com dados oficiais, declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional. O indicador considera cinco quesitos: IFGF Receita Própria, referente à capacidade de arrecadação de cada município; IFGF Gasto com Pessoal, que representa quanto os municípios gastam com pagamento de pessoal, medindo o grau de rigidez do orçamento; IFGF Liquidez, responsável por verificar a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os ativos financeiros disponíveis para cobrí-los no exercício seguinte; IFGF Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita líquida, e, por último, o IFGF Custo da Dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortizações de empréstimos contraídos em exercícios anteriores.
Transparência
Para o prefeito Roberto Sobrinho, a avaliação vinda de uma instituição idônea e sem nenhum comprometimento com Rondônia e sua capital, demonstra que o resultado é de muita confiabilidade. “Nós estamos muito satisfeitos pela maneira com que a transparência, da nossa administração, ficou evidente em todo o país, através de uma coleta de dados feita nacionalmente, por uma instituição respeitada e que nos agraciou com a classificação de excelência. Isso é muito mais do que nós poderíamos dar em publicidade através de outros meios na mídia” afirmou Sobrinho.
A administração do prefeito Roberto Sobrinho, juntamente com todo o seu secretariado, realizou um trabalho de forma organizada, e planejada que surtiu no resultado divulgado e já esperado. “Houve um aumento na arrecadação e isso foi transformado em benefícios para a nossa população, como melhorias na qualidade de vida através da construção de mais escolas, mais unidades de saúde, mais asfalto, reforço na infraestrutura da cidade como um todo, ou seja, o dinheiro público aplicado da forma como tem que ser, em benefício da população” finalizou o prefeito.
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Fonte: Nara Vargas
Fotos: Medeiros e Divulgação
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