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Governo e Exército se unem para fazer a segurança


Governo e Exército se unem para fazer a segurança  - Gente de Opinião

A princípio a Operação Rondônia, como foi batizada pelo Exército, está sendo deflagrada nas regiões onde se localizam os principais batalhões da Polícia Militar. Participam da operação, militares dos Batalhões de Infantaria de Selva de Humaita (AM), Rio Branco (AC) e Guajará-Mirim. “Com isso queremos manter a lei e a ordem em Rondônia. Não vamos permitir que ação de vandalismo aconteça e nem venha ferir o direito de restabelecimento do governo do Estado”, disse o secretário da Sesdec, Marcelo Bessa

“Em campo está apenas o Exército juntamente com a Força Nacional de Segurança, mas a Marinha e Aeronáutica serão acionadas caso necessite”, disse o general Poty. “Temos como dever proteger o cidadão e isso o Exército com toda certeza vai cumprir”, acrescentou.

Com relação às negociações do Estado com o movimento grevista, Bessa afirma que o estado não poderá mais conceder aumento e nem anistiar os policiais que aderiram à paralisação. “O Governo se reuniu com os líderes do movimento querendo que a paralisação chegasse ao fim, mas sem sucesso. Nossa proposta foi feita, e não aceita. Cabe agora a posição mais enérgica por parte do Estado, que discutirá a possibilidade de medidas cautelares contra a anistia de policiais que vão contra o direito do cidadão e do Estado”, informou o secretário

Com relação à retirada das mulheres dos batalhões pelo Exército, o general Ubiratan Poty foi enfático. “Não é nosso propósito, mas se assim precisar, com toda certeza o faremos”, declarou.

O general deixou claro ainda que o Exército estará atuando em apoio ao governo do Estado. Todas as pessoas que forem presas neste tempo pela Forças Armadas responderão de acordo com a gravidade de seus delitos pela Justiça Militar Federal.

De acordo com Bessa, a paralisação atinge basicamente o município de Porto Velho. O comandante da Polícia Militar de Rondônia, Cesar de Figueiredo declarou que o apoio do exercito será por tempo indeterminado, enquanto durar a greve. “Não se pode deixar que 1.600 policiais militares coloquem em risco a vida da população”, finalizou o comandante.

Fonte: Decom
 

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