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Política

Carreata para denunciar corrupção e pedir apoio para expulsão de reitor da Unir


O comando de greve da Fundação Universidade Federal de Rondônia – Unir (professores e acadêmicos) programou para quinta-feira (24.11) vários atos públicos na capital e no interior do Estado, como forma de denunciar a corrupção e repassar para a sociedade informações sobre o caos reinante na única universidade pública de Rondônia.

Para Porto Velho, uma gigantesca carreata está sendo programada para acontecer na parte da tarde. Será uma grande manifestação do movimento, que nesta data estará completando 71 dias de greve e 50 dias de ocupação do prédio da reitoria.

A concentração acontece a partir das 14h30min na sede da Unir-Centro (ao lado do Palácio do Governo). Às 15 horas a carreata denunciando a corrupção e pedindo apoio popular para a expulsão do professor Januário Amaral do cargo de reitor da Unir, inicia cumprindo o seguinte roteiro: Avenida Sete Setembro, Avenida Campos Sales, Avenida Jatuarana, Br-364, Avenida Jorge Teixeira, e finalmente o retorno pela a Avenida Carlos Gomes até o prédio da reitoria da universidade, quando então será realizado um ato público.

Para o professor Jorge Coimbra (diretor da Associação Nacional dos Docentes em Estabelecimentos de Ensino Superior – Andes) este ato público é de extrema relevância diante das agressões diárias contra membros do movimento grevista.

Ele lamentou a forma de tratamento do reitor em relação aos alunos. “O reitor em entrevista a imprensa afirma que os alunos que estão em greve são calouros manipulados por dois grupos de professores que segundo ele, estão insatisfeitos porque perderam a eleição passada para a reitoria. Em outro momento, Januário Amaral afirma que os alunos são bandidos. Lamentável, triste, que um professor para se manter no cargo faça uso destes procedimentos”, disse o diretor da Andes.

Ao concluir disse o professor Jorge Coimbra que a permanência do atual reitor é insustentável, devido o repúdio da comunidade acadêmica, e a única solução para o fim do movimento grevista é o mesmo ser defenestrado do cargo para sempre.

FONTE: COMANDO DE GREVE DOS DOCENTES DA UNIR
 

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