Segunda-feira, 14 de novembro de 2011 - 16h38
A Controladoria Geral da União deu parecer favorável às contas da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e o Ministério da Educação homologou, destoando daquilo que alegam os líderes do movimento paredista para justificar a greve. As contas analisadas e aprovadas são referentes ao exercício financeiro de 2010, de responsabilidade da gestão do reitor Januário Amaral.
De acordo com o reitor, o impasse criado na Unir com a greve é reflexo político de um grupo de estudantes e professores que não se conformam com o resultado das últimas eleições internas, que lhe conferiu mais um mandato.
A greve foi desencadeada, segundo Januário Amaral, visando a melhoria das condições de funcionamento da universidade: mais professores, técnicos, laboratórios, papel higiênico nos banheiros, entre outras. Quase todas acatadas pelo Secretário Educação Superior do MEC, que se reuniu com o comando dos grevistas.
Atendida as principais reivindicações, o mesmo grupo de estudantes e professores que foram derrotados nas eleições internas para reitoria decidiu manter a paralisação com único objetivo de forçar a renúncia do reitor.
- Exigir a minha renúncia sempre foi o principal objetivo das pessoas do comando de greve. Fui eleito democraticamente conforme a legislação interna, inclusive derrotando um dos líderes do movimento. Não vou renunciar para satisfazer ambição de um grupo político que não se conforma com o resultado das urnas e quer retirar o reitor do cargo no grito, denunciou Januário Amaral.
A conclusão da CGU pela aprovação das contas não interrompe o trabalho da Comissão de Sindicância instituída pelo MEC para investigar as denúncias apresentadas pelos grevistas, mas enfraquece as acusações que vinham servindo de justificativas para a manutenção da greve. O semestre poderá ficar comprometido, assim como o ingresso dos novos acadêmicos que fizeram o ENEM, caso os líderes da paralisação optem em radicalizar e manter a greve.
“Venho sendo vítima de calúnias e injúrias, visto que não respondo a nenhum processo por ato de corrupção relacionado a minha conduta de reitor. A greve é política e está circunscrita na capital, ainda assim alguns cursos estão funcionando. A exemplo do direito. Mantenho o canal aberto para a solução do problema e a um entendimento, mas a renúncia está descartada”, explicou o reitor.
Fonte: Robson Oliveira
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