Sexta-feira, 28 de outubro de 2011 - 05h04
A greve na Universidade Federal de Rondônia (Unir), deflagrada por estudantes e professores no dia 14 de setembro, segue fortalecida com o apoio da sociedade civil organizada. Entidades nacionais e estaduais, dos mais diversos segmentos sociais, vêm manifestando apoio, declarando legítimo o movimento paredista.
Nesta sexta-feira (28), o Sindisaúde, a segunda maior entidade sindical do Estado de Rondônia, que representa quase 15 mil servidores públicos da saúde, emitiu, à Imprensa, “Carta de Apoio ao Movimento Grevista dos Docentes e Discentes da UNIR”. A Carta também é assinada pelo Sindicato Médico de Rondônia (Simero).
O presidente do Sindsaúde, Caio Marin, e o presidente do Simero, Rodrigo Almeida, visitaram nesta semana o local de ajuntamento dos grevistas, o prédio da Unir Centro, quando ouviram as reivindicações e as justificativas para a continuação da greve, resultando na Carta de Apoio que segue na íntegra:
Carta de Apoio ao Movimento Grevista
dos Docentes e Discentes da UNIR
O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado de Rondônia – SINDSAÚDE, e o Sindicato Médico do Estado de Rondônia – Simero, vêm manifestar apoio ao Movimento Grevista dos Docentes e Discentes da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, entendendo a legitimidade do movimento, bem como a justeza das reivindicações apresentadas.
Defendemos que, é mister tratar a educação como prioridade, garantindo aos professores condições adequadas de trabalho para que possam exercer suas essenciais atividades com dignidade e respeito, afirmando a valorização dessa categoria, como fundamental em todo o processo de formação profissional e na educação de cidadãos e cidadãs.
Quanto aos acadêmicos, também defendemos o direito de reivindicar por melhores estruturas que possibilitem uma educação com mais qualidade, bem como um ambiente que favoreça uma vivência acadêmica salutar e digna.
Em 14 de setembro de 2011 os docentes e discentes, em assembléias de suas respectivas categorias, deliberaram pela greve exigindo melhorias de condições de trabalho, na infraestrutura da Instituição e na qualificação do ensino. Eles também reclamam da falta de recursos humanos (professores e técnicos), e pedem o afastamento do reitor Januário do Amaral por denuncias de irregularidades em sua gestão.
Portanto, reafirmamos o nosso apoio ao Movimento Grevista, e também repudiamos a maneira como o governo vem tratando o movimento, deixando transparecer a intenção de colocar a população contra os professores e estudantes, desrespeitando assim, o direito coletivo de lutar, que é legitimo em nosso país democrático.
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM SAÚDE
NO ESTADO DE RONDÔNIA - SINDSAÚDE
SINDICATO MÉDICO DO ESTADO DE RONDÔNIA – SIMERO
Fonte: Lucas Tatuí
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