Quarta-feira, 27 de abril de 2011 - 13h58
Mais de dois mil trabalhadores em educação de todo o Estado se reuniram em assembléia na manhã desta quarta-feira (dia 27/04) convocada pelo Sintero para uma avaliação da proposta de aumento salarial apresentada pelo governo.
O governo propôs um reajuste salarial de 6% retroativo a abril e a criação de gratificações a partir de maio nos valores de R$ 100,00 para professores de 40 horas, R$ 50,00 para professores de 20 horas, R$ 70,00 para técnicos administrativos educacionais, R$ 150,00 para professores lotados em escolas mas que estão fora da sala de aula e por isso não possuem a gratificação específica, e R$ 50,00 para supervisores.
A proposta foi rejeitada quase que pela unanimidade dos trabalhadores em educação, que consideraram os valores muito baixos e distantes da proposta mínima aprovada nas assembléias regionais realizadas no período de 12 a 15 de abril, e que foi apresentada ao governo pelo Sintero.
De acordo com o que foi aprovado nas assembléias anteriores, os trabalhadores em educação estão dispostos a não aceitar menos do que, além dos 6%, a ampliação da gratificação dos professores para R$ 350,00 e de R$ 175,00 para os técnicos administrativos, utilizando, para isso, recursos específicos da educação, além do cumprimento do Termo de Compromisso assinado pelo governador Confúcio Moura.
A assembléia realizada nesta quarta-feira em Porto Velho lotou todas as dependências da Sede Administrativa do Sintero, contando com a participação de profissionais da educação de praticamente todos os Municípios, que vieram em caravanas representar os demais trabalhadores que permaneceram nas suas localidades.
Todos reclamavam da defasagem salarial e demonstravam insatisfação com a proposta do governo. Alguns defendiam greve imediatamente. Porém, a maioria absoluta considerou importante esgotar todas as possibilidades de diálogo com o governo antes de paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Por unanimidade ficou deliberado pela rejeição da proposta do governo, e pela fixação de prazo de uma semana para que o governo atenda à proposta mínima apresentada anteriormente pelas assembléias de todo o Estado.
Na próxima quarta-feira, dia 04 de maio, a categoria se reunirá em assembléias simultâneas em todas as regionais, quando, não sendo atendida a reivindicação salarial, poderá entrar em greve por tempo indeterminado.
A presidente do Sintero, Claudir Mata, disse que os trabalhadores em educação não suportam mais o arrocho salarial, e que o sindicato está preparado para acatar a decisão da maioria e liderar uma greve pelo tempo que for necessário.
Fonte: Ascom/Sintero
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