Terça-feira, 11 de agosto de 2015 - 12h42
Lançado o PIL 2 (2015-2018) em junho passado, espera-se que a construção das ferrovias, nele elencadas, efetivamente se concretize e com rapidez. Trata-se de um investimento total de R$ 86,4 bilhões em ferrovias, nada desprezível.
Decorridos quase sessenta dias do seu lançamento, este mês de agosto é crucial para uma parte significativa destes investimentos (R$ 30,4 bilhões). Neste mês está prevista a entrega dos projetos elaborados pela iniciativa privada em 6 PMIs (Procedimentos de Manifestação de Interesse), autorizados pelo governo federal há um ano, 4 dos quais envolvidos no PIL 2. São eles: Açailândia-Barcarena, Estrela D’Oeste-Dourados, Sapezal-Porto Velho e Sinop-Miritituba. Há que se complementar um deles, Lucas do Rio Verde-Sinop em direção a Miritituba, para atender extensão adicional incluída no PIL 2. Teremos, então, o ponto de partida para o governo federal submeter cada projeto ao TCU para, após sua aprovação, seguir a leilão.
Este bloco de ferrovias, acrescido da EF-118 (Rio de Janeiro-Vitória), que já teve seu projeto submetido recentemente a audiências públicas, perfaz um total de 4.037 km de novas ferrovias, dos quais 855 km já construídos, entre Palmas e Anápolis, e 682 km em fase final de construção, entre Anápolis e Estrela D’Oeste, ambos na Ferrovia Norte-Sul.
De execução mais imediata são os significativos e prementes investimentos, de R$ 16 bilhões, a serem implementados pelas concessionárias ferroviárias atuais, que destravarão as ferrovias existentes. Entendimentos avançados com o governo federal ensejam antecipar a renovação das concessões, de forma a ampliar o horizonte de amortização destes investimentos. Por último, investimentos tão significativos quanto os anteriores, de R$ 40 bilhões, são projetados para a ferrovia de ligação do centro-oeste brasileiro ao Pacífico, desde Campinorte até o Acre, cujo projeto foi prometido pelo governo chinês ao governo brasileiro para ser entregue em maio de 2016.
Uma boa alternativa para se ganhar tempo, seria o governo federal colocar imediatamente em leilão parte desta ferrovia, entre Lucas do Rio Verde e Campinorte, já aprovada anteriormente pelo TCU. Em resumo, teremos investimentos mais imediatos de R$ 21 a 22 bilhões, de R$ 30 bilhões no médio prazo e, no longo prazo, os restantes R$ 35 bilhões. O que precisamos, agora, é de celeridade nas ações de todos os entes envolvidos nestes projetos.
Vicente Abate é presidente da ABIFER
Fonte: ABIFER
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Alero discute atualização do zoneamento socioeconômico-ecológico
A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realizou, na quinta-feira (18), audiência pública para debater a atualização do Zoneamento Socioeconômi

Deputada Ieda Chaves destina R$ 145 mil para ampliar atendimento a pacientes com câncer Porto Velho
Desde 2013, a Associação Voluntária de Combate ao Câncer de Porto Velho (AVCC) atua como uma rede de apoio essencial na capital rondoniense, acolhen

A defesa das famílias atípicas e das pessoas com deficiência tem sido uma das principais bandeiras do mandato da deputada federal Cristiane Lopes (P

Deputados estaduais aprovam reforço no orçamento da Agero para fiscalização
Os deputados estaduais aprovaram na última quarta-feira (17), em sessão extraordinária, um projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a abrir cré
Sexta-feira, 19 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)