Quinta-feira, 11 de julho de 2013 - 17h23

A Polícia Civil anunciou nesta quinta-feira (11) que o inquérito policial sobre as investigações da Operação Apocalipse será entregue amanhã ao Ministério Público do Estado de Rondônia. A informação é do diretor-geral, delegado Pedro Mancebo, e foi dada pela manhã durante a entrevista concedida à imprensa na sede do Departamento de Narcóticos (Denarc) em Porto Velho.
A Diretoria-Geral da Polícia Federal confirmou que entra no caso para realizar o trabalho de rastreamento, com recursos tecnológicos de última geração, das movimentações financeiras dos envolvidos com a quadrilha e apontados nas investigações da Operação Apocalipse.
De acordo com o secretário de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Marcelo Bessa, a cooperação entre as duas polícias é de fundamental importância, pois o tráfico vem financiando campanhas políticas e é responsável pela escalada da violência na região onde, apesar das ações de combate dos órgãos de segurança, o narcotráfico continua sendo um dos grandes desafios.
Em seguida, o delegado Pedro Mancebo afirmou que as polícias Civil e Federal estão empenhadas, juntamente com outras instituições, na identificação e prisão dos chefes de intermediários do tráfico de drogas, principal fonte de financiamento dos crimes praticados por essas organizações criminosas.
Outra operação
Mancebo explicou que a polícia deflagrou a operação “Conceição 2” com o objetivo de cumprir 13 mandados de prisão, dos quais já foram realizados sete em Porto Velho, um em Guajará-Mirim e outros dois em Fortaleza (CE).
Em junho de 2012, agentes do Denarc apreenderam 15 suspeitos, inclusive Umberto, conhecido como “Beto Beiçola”, acusado de chefiar a quadrilha. Foi na sua residência em Fortaleza (CE) que foram apreendidos pela PF 158 dos 200 kg de cocaína apreendidos nas duas etapas da “Conceição”.
A organização chefiada por “Beto Beiçola” começou a ser investigada em 2011 e batizada com o nome de Conceição em alusão ao mesmo nome do bairro da zona Sul, da capital de Rondônia, onde os integrantes se reuniam para distribuir a droga.
A droga era comprada em Guajará-Mirim, cidade rondoniense da fronteira com a Bolívia, de onde era transportada para Porto Velho e depois seguia por via rodoviária e aérea até a capital cearense.
Fonte: Abdoral Cardoso
Foto: Ésio Mendes
Fonte: Decom
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