Segunda-feira, 10 de março de 2025 - 19h24


As relações entre EUA e Brasil lembram
o início de um jogo de buraco. Ninguém baixa o jogo, cada um tenta a canastra
real na mão e o descarte na mesa não revela o jogo do adversário. Mas vale o
que? Qual a aposta? O Brasil joga afoito
e agressivo com jogadas reativas se repetem. A última foi a nova re-condenação
do Rumble. Brasileiros gringos como Alan dos Santos, Figueiredo e Constantino dentre
outros passam as estratégias do jogo americano e torcem pela diplomacia do
porrete do Trump. Há algo no ar além dos aviões de carreira. Os EUA olham para
o Brasil vendo a possibilidade de surgir outro Maduro e o Brasil tenta sair das
garras da águia para se abrigar nas garras do urso. É um jogo do (*) baralho!
1.1- Cabra marcado para morrer

Acredito que o STF manterá a proibição de saída do
país, reterá seu passaporte, ampliará a proibição de contatos pessoais, reduzirá
sua participação em eventos públicos principalmente se promoverem o pedido de anistia
para manifestantes do 8/1, manterá a inelegibilidade e, se não houver
resistência da população e da classe política, decretará logo após a
tornozeleira eletrônica a sua prisão efetiva. Para entender, Bolsonaro será
julgado em ambiente virtual e os detalhes ficarão no papel, possivelmente sem
comprovação das narrativas acusatórias. Por fim afastado das eleições Bolsonaro
não terá como propor recurso a outra instância nacional, básico no estado
democrático de direito. Ele que não morreu pela faca do Adélio continua sendo o
“cabra marcado pra morrer”, mas agora pela morte sem sangue, a morte jurídica,
burocrática, com sentença, sem o atestado de óbito, enterrado sem velório nos
desvãos do estado, sumido no limbo da história.
1.1- Meio de campo enrolado

O governador Marcos Rocha matou no peito e mesmo com
dificuldade baixou a pelota na grama, olhou o posicionamento do time, mas não
fez o passe. Espera que Elias Rezende se desloque para ficar em posição de gol.
Ocorre que os adversários se posicionam para travar a jogada e foi justo aí que
o Marcus Rito tropeçou sozinho e atrasou a jogada do governo. A salvação do
time estará de novo com a dupla de segurança na defesa Vidal e Hélio Ferreira para
cobrir o “cai-não-cai” e pegar o matador João Luiz da Silva que precisa ser
parado até com falta sem bola. A perda do timing sempre é um problema seja pela
ação ou inação de todo o time, como ocorreu com a demissão do ex-Chefe da Casa
Civil.
1.1- Engarrafamento

Utilizar algumas vias da capital
nos horários em que as carretas vão descarregar é um desafio cruel para nós portovelhenses.
Com a colheita sendo tocada a full e a necessidade de cumprir prazos de
entrega, milhares de carretas atravessam a BR-364 nos dois sentidos e a
competição e fuzuê são grandes. Precária desde 1983 quando foi entregue ao
tráfego vem aguentando a nova fronteira do agro e o aumento da demanda
populacional. Lá se vão 41 anos de acidentes, perdas de vidas e prejuízos
materiais. Trago o tema pois estamos em discussões sobre as intervenções que
serão feitas em alguns trechos da estrada agora pedagiada. om cobrança de
pedágios. Vale a pena o debate ainda que a decisão já tenha sido tomada, mas
aceito o ganho que é ter a alça rodoviária que retirará o trânsito pesado de
Porto Velho e o conforto para os dois hospitais – do Amor e Santa Marcelina –
que ficarão livres da poeira. Mas duplicar toda a BR 364 e asfaltar e liberar a
BR 319 estão na ordem do dia. “Não vamo se mixar prus hómi. Capaz...”
Feliz ano novo Brazilia

Enfim, depois dos muitos festejos
natalinos como a festa da firma, ceia de natal, bate e volta na praia,
réveillon no Rio, descida para BC, esticada Miami para ver o operador da grana,
carnaval, volta às aulas, primeiro churras do ano na casa do sítio e depois
dessa correria é hora de encarar o trampo em Brasília. O corpo mais avantajado
exigiu terno novo e as academias e o Monjauro farão o resto. De volta os
jantares e reuniões estilo verbos&verbas que alimentarão as contas
bancárias e assim chegamos à data mais importante do calendário brazuka. Hoje é
o primeiro dia do ano em Brasília. É um meio feriado pois ninguém é de ferro.
Amanhã os assessores trarão projetos fáceis e depois é hora de “dar o pé” pois
as bases estão fervendo e sempre dá para faturar “mais uns” no quintal de casa.
02- Penúltimo pingo

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enquanto ainda podem: quando a grana acaba, o amor se vai, a aprovação se esvai
e a casa cai. Que coisa...
Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
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