Quarta-feira, 3 de junho de 2026 - 11h05

Momos, a deusa da ironia
se superou ao usar áudios do IntercePT, financiado pelo PCC, para juntar direita
e esquerda na lata de lixo do Vorcaro e mais, pondo Trump de bombeiro para apagar
a questão semântica: criminoso e terrorista são iguais? Claro que não. Criminoso
organiza e terrorista aterroriza. Zé de Nana diz que “é igual carro e avião. Os
dois andam na pista, mas só avião vôa”. Sabedor disso Lula foi a Trump: “nossos
criminosos” não são terroristas e o Laranjão se fez de surdo. Flávio que pensa
diferente também falou com Trump que sendo “amigo dos dois” passou a bola para Marco
Rúbio, o qual assestou uma rasteira em Lula e optou por Flávio. Mas os EUA sabem
o que é bom para o Brasil e ironicamente Lula ganhou um presente que une dois
inimigos. “Nossos criminosos” passaram a outro patamar e agora é o fim do PCC,
CV, roubo de carga, olheiro, traficante, biqueira e tiroteio no morro. Os
“nossos” são transnacionais o que muda o mapa da violência brazuka como queria o
Lula. Agora é caso para CIA, Interpol, Mossad e Seals. O Brasil fica de fora e
eles que se virem. Saímos do mapa da fome, não somos mais vira-latas e nossa
violência está com “Uzêua”. Mas a ironia que é very crazy quer uma chapa Lula e Flávio. Já pensou? Trump que joga golfe,
preferiu a sinuca matando antes a Venezuela e o México. O Brasil é a bola da
vez e está na boca. E lá vamos nós!!!
1.1- Cabra marcado pra morrer: cassação ou flecha

A batalha eleitoral que deveria
ocorrer em breve nos palanques e nos programas eleitorais fez um atalho começou
antes e pintou a possibilidade de revermos casos como Adélio Bispo, ou seja o fantasma
da liquidação da fatura pela via mais rápida. Não são novidades covas rasas, acidentes
esquisitos, tiros, facadas e inquéritos nos tribunais e urge barrar a ascensão
do Bolsonaro 01 para retirá-lo da disputa eleitoral. E olha que já foi aventada
uma ideia jerical quando da prisão da doutora do PCC. Crendo ou não a ideia funciona
com a rapidez, a letalidade e o sumiço da cobra depois do bote. A outra ideia
não é letal em termos físicos, mas funciona. O Flavio entraria num desses
inquéritos que buscam conter os balaços vindos lá dos EUA via Ramagem, Paulo
Figueiredo, Alan dos Santos e de outros Brazukas que infernizam a vida do
Moraes e que ficam longe de sua caneta. A camapnha eleitoral está envenenada. Abrindo
portos “auzamigos” e fechando ao mundo exterior, o Brasil deixa de olhar seu
passado – saudades de D. João VI em 1808 – e pior, renega a secular diplomacia
do Itamaraty, cada vez mais vermelha, criando uma nova rede de parceiros e
cutucando com vara curta os mais confiáveis aliados como os EUA. Para Flávio a
estrada vai ficando cada vez mais complicada. Já usa colete, reforçou a segurança
e deve ficar bem experto. Afinal, como diz Zé de Nana, “cachorro ofendido de
cobra não passa nem perto de linguiça”. Sacomé né não?
1.1- #Partiu Casa Branca

Algo estranho ocorre desde que Lula foi à Casa Branca.
Saiu com a cara estranha narrando fatos que denotavam o contrário e voltou ao
Brasil meio perdidão. Corta para Flávio Bolsonaro e a coisa desandou de vez.
Flavio também foi recebido saiu com um sorriso mais enigmático que o da
Monalisa e logo depois sem prévio aviso Trump elevou PCC e CV ao status terroristas.
Vixi, Lula foi à loucura e partiu para o ataque xingando tudo, todos, todas e
todes. E como nem tudo é tão ruim que não possa ser piorado, o Laranjão vai
socar 25% em nossos produtos reclamando de uma série de itens que já estavam
sob análise desde 2025 iniciando com PIX. Para fechar a conta mandou um novo
embaixador, o Daniel Perez, aliado do “tal Rúbio” e foi demais para o vein do
3º andaar. Solução enviar o novo ministro da Fazenda “AUzêa” para tentar
reduzir as tarifas e Mauro Vieira ao Xing que está mais sério que cavalo
cag(*)ndo na chuva, sem esquecer “os minino do Bolsonaro” guindados a traidores
da pátria. Relevante: a seção 301 é pior que a tal da Magnistiky e já era pauta
Brasil/EUA há quase um ano, inclusive com o PIX, que está na lista como o Pilatos
no Credo. No frigir dos ovos o discurso do ódio sobe, Flávio tem que dar pé
para subir nas pesquisas e safar-se das narrativas que a esquerda vai insistir
com Vorcaro. Deu ruim para todo mundo, mas em jogo está o controle das
eleições.
1.1- Rondônia Rural Show.

Creio que os fiscais do TRE-RO não foram à feira e assim
não viram nada. Se não viram rádios e TVs entrevistando e dando palanque à
fauna e flora política, também não viram necas de pitibiribas, mas ao
observador nem assim tão atento os delitos e abusos pré eleitorais saltaram aos
olhos. Havia tanta “otoridade” que a imprensa ficou folgada sem precisar de assessoria
de imprensa. Para laçar um pré candidato bastava se ligar nos chapéus - todos iguais
- com um “prezão” debaixo, andando a esmo no meio do povo, assim como quem não
quer nada, suando mais que tampa de chaleira e doido por um microfone, uma
câmera ou alguém conhecido para dr um abraço e passar a fita. Vida difícil a de
pré candidato, salvo pela grana que vem de fundos oficiais para a campanha. O
TRE segundo dizem anotou tudo e vai fazer a vida de cada um o inferno na terra.
Mesmo sem denúncia já que todos estavam na mesma vibe e nem mesmo a imprensa
que apenas atendeu aos anseios da população e que só estava lá correndo atrás
dos caraminguás. Sobre a feira, foi atípica, ou seja, foi fraca. Mas como ando
na contramão da história é provável que os “números oficiais” me desmintam com
o NOVO RECORDE INTERNACIONAL
1.5-Assassinato de reputação

Faltavam 13 dias para o fim do mandato, sua
aprovação estava a exatos 13 pontos dos 100 máximos quando ele foi afastado e
preso. Roberto Sobrinho ficou um dia na cadeia e a partir daí enfrentou por
longos 13 anos os processos derivados de três operações policiais e o
assassinato de sua reputação. 13 anos depois, ele está de volta, absolvido e
contando como foi ter e ver a sua vida revirada, seus sigilos quebrados nas três
operações policiais e nos 50 processos originados delas nas esferas policiais e
órgãos de controle. Roberto Sobrinho não está quebrado, mas não é mais o mesmo.
Às vezes as lágrimas interrompem a fala, o riso que era fácil se tornou
difícil, quase inexistente e é quando o olhar fica assustado, fugidio, quase o
mesmo daquele fatídico dia há 13 anos. Depois de enfrentar no mérito todas as acusações,
ele segue em frente e prometeu-me contar em livro tudo o que passou. Vou
cobrá-lo. Ele deve isso. Os amigos sumiram, outros voltaram, mas sua esposa e sua
família foram os alicerces da caminhada inglória. Dr. Roberto Sobrinho está de
volta, mas não mais para a política partidária, nem mesmo no PT com o 13 que
lhe traz tantas lembranças e de onde está afastado há seis anos. Quer apenas a
tranquilidade da família na casa - casa e não mansão - perto da casa do seu
colega de infortúnio de outra época, o advogado e também ex-prefeito de Porto
Velho Dr. José Guedes, também ele injustamente condenado pela opinião pública.
O filósofo Arthur Schopenhauer a respeito de reputação traz uma frase que é atualíssima:
“A reputação é como um espelho; uma vez quebrada, pode ser consertada, mas
nunca mais será a mesma”. Roberto esta e a minha primeira cobrança. Quero o meu
livro logo. Eu tenho direito de saber dos detalhes que estão lá nos processos!
1.6-Fim de papo

Manda quem pode e obedece até quem não tem juízo.
“Uzêua” leia-se, o Laranjão, pôs no cabeção que o brasileiríssimo PIX é péssimo
para a economia americana e promete enfiar 25% de tarifa nos nossos produtos. Nem
vem. Por trás disso estão os cartões de crédito americanos que sumiram de
nossas carteiras, mas é certo que tudo era pauta tratada com o Sêo Lule. Claro
que o papo de bombas no mundo por causa do petróleo é maluquice. Zé de Nana,
analista proto-gastro-econômico, analisou o déficit americano, o dólar na corda
bamba e resumiu desse jeito: “farinha pouca meu pirão primeiro” ou caso
prefiram o inglês, America First. Okay mister?
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