Sábado, 2 de março de 2013 - 19h36

Atualmente professor de disciplinas fundamentais – sociologia jurídica e antropologia – no Curso de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Rondônia, o autor foi professor das disciplinas de Ciências Políticas e de Teoria Geral do Estado por sete anos. Com publicações na área específica deste livro, é pós-doutor em Ciências Sociais e em Educação. Doutor pela Universidade de São Paulo em Educação (2001) e pela UNESP, em Ciências Sociais (2011), concluiu mestrado em direito (Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR). Também é bacharel em Ciências Sociais e em Direito e avaliador do MEC, desde 2010, para os cursos de Direito e de Ciências Sociais.
Resumo do livro
Ainda que as conturbações globais levem a muitos pensarem no Estado como uma esfera ou instituição (a priori) em descompasso ou aniquilado pela globalização, soberania, povo, território e unidade jurídica ocupam lugar de destaque tanto na vida das pessoas comuns quanto nas relações entre a imensa maioria dos Estados. Para termos uma ideia inicial de como o Estado é inerente à modernidade – ao menos desde o Renascimento –, basta-nos avaliar quantas lutas internas e conflitos externos desdobraram-se apenas neste jovem século XXI em torno da soberania política e do monopólio jurídico. Por si, isto já nos bastaria para ver a presença atuante do Estado e de suas instituições, mas ainda devemos pensar em quantos momentos de nossa vida particular as instituições estatais são determinantes. Isto também seria incontável. Portanto, nas relações político-institucionais e na vida privada, o Estado está vivo e deve ser melhor compreendido.
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