Segunda-feira, 14 de abril de 2025 - 14h25
Hoje em dia, com a sensação
existente de que a inflação está corroendo o poder aquisitivo do brasileiro, há
pesquisas que demonstram 48% dos consumidores nas suas decisões de compras
levam em conta os preços, ou seja, as condições econômicas, em especial para as
classes de menor renda, o consumidor
opta pelo preço em detrimento da qualidade, daí a substituição de muitas
marcas. Também, e isto provém dos problemas da pandemia de covid19, o uso da
internet, inclusive na pesquisa de preços, se tornou uma realidade tanto que as
empresas mais inovadoras estão usando todos os canais disponíveis para realizar
suas vendas. E se constata que o varejo conseguiu reagir muito bem as
expectativas de múltiplos canais e omnicanalidade. De qualquer forma no varejo,
seja digital ou físico, cada vez mais é necessário o conhecimento do consumidor
para que a experiência do cliente seja boa. E este é o grande desafio do
varejo, em especial dos micros e pequenas empresas, que precisam entender e
atender as expectativas de consumidores que estão, cada vez mais, se informando
e se tornando mais exigentes. Não existe alternativa: é atender bem ou
estacionar e, com o tempo, falir. A preocupação de qualquer gestor de negócios
do varejo não pode deixar de passar por duas vertentes: o bom atendimento e a
fidelização de sua clientela. Isto exige que se tenha disposição, agilidade e
uso de tecnologias para conhecer o seu cliente, que está mais dinâmico e
sensível às mudanças, de modo que isto reforça a necessidade de uma maior
conexão com o cliente. É preciso sim usar o notebook, o computador, as modernas
técnicas de acompanhamento do negócio, mas o empreendedor que não conversa com
o seu cliente, sem dúvida, está perdendo boas oportunidades. A preocupação com
o comportamento do consumidor é tão grande que a WGSN Brasil, especializada em
previsão de tendências, até já projetou quatro perfis para o comportamento do
consumidor em 2026. De acordo com a classificação os consumidores são: 1)
Imparciais, os que priorizam os fatos; compram mais de quem aposta na
transparência e em processos diretos e eficientes; 2) Esperançosos, os que
tentam ter um estilo de vida mais simples, que buscam serviços e bens que
tragam mais leveza e contribuam para uma vida autêntica e significativa; 3)
Autônomos, os que são independentes, determinados e seguem seus próprios
caminhos e tendem a desafiar as normas estabelecidas se engajando em causas de
resistência; e 4) Sinérgicos, os que pretendem construir um mundo mais
inclusivo e equilibrado, acreditam em mudanças positivas e na harmonia entre o
ser humano e a tecnologia. Como um exercício de classificação, que leva em
conta muitos dados, não se pode deixar apontar que essas previsões podem ser
muito úteis, porém, a realidade de cada negócio é muito diferente e muito dependente
de onde se atua, daí que a identificação do consumidor e do que quer não pode
deixar de ser um dever de casa de cada gestor de negócios. Embora as
classificações possam ser úteis não existe uma resposta pronta para o que o
consumidor quer, mas, com certeza, saber identificar o que ele quer, nos tempos
atuais, é a diferença entre ter, ou não, sucesso nos negócios.
Organizando a morte: no ritmo do candomblé, da ciência e da memória
Vou me valer do candomblé, que nos lembra uma verdade profunda: a morte não é um fim abrupto, mas uma transição. "Continuidade, não fim" é a essênc
A urgência de cursos modernos de economia para um mundo em transformação
Na semana do Economista precisamos falar sobre um tema muito importante e atual: a necessidade de investir em cursos de economia modernos e na forma
Empreendedorismo no Brasil: a inglória luta pela sobrevivência
O empreendedorismo no Brasil desempenha um papel fundamental na economia e na transformação social. No entanto, a sua realidade está longe de ser um
Um olhar sobre a mente de um outsider
O livro, recentemente lançado pela Editora Citadel, “Elon Musk-Gênio ou Louco?”, que se pode pensar que seja uma biografia tradicional, foge, e muit