Quarta-feira, 20 de novembro de 2013 - 21h02
Há mais de 2 anos temos solicitado apoio do governo brasileiro para que interceda junto ao governo estadunidense no caso Graciela Saraiva, neta do ex-combatente brasileiro da Segunda Guerra Mundial (Jairo Saraiva).
Em novembro de 2010, Graciela foi expulsa da corporação sob acusação de “abuso de drogas”. Exame de rotina constatou codeína em sua urina. Tratava-se de Tylenol 3, analgésico sintético que copia a morfina, por ela usado após prescrição de um dentista de Maryland. Na época, o laboratório emitiu laudo que a inocentou de culpa. O Conselho de Revisão da Marinha aceitou as provas, devolvendo-lhe a “honra”. Recentemente, outro Conselho da própria Marinha, encarregado de corrigir os Registros Militares, composto por três membros, negou-se a reparar a injustiça, não admitindo peso aos méritos da decisão anterior tomada pelo Conselho de Revisão.
Em resposta aos apelos feitos ao governo brasileiro, temos encontrado a indiferença: "Isso é assunto interno do governo americano, e ela (Graciela) não está sendo perseguida por ser brasileira.”. Esta última frase foi postada no tweeter e dirigida a mim pelo site do Ministério das Relações Exteriores.
Presidenta, nosso Brasil sempre foi por tradição um país solidário e respeitador dos direitos humanos e nunca se negou a INTERCEDER (o que não significa ingerência) em favor de qualquer ser humano, independentemente da nacionalidade. A injustiça que afeta uma pessoa é a mesma que afeta a humanidade como um todo, e não podemos avalizar isso, sobretudo quando o injustiçado, além de um passaporte brasileiro, possui a nacionalidade que representa a essência e a índole do povo brasileiro, que no passado acolheu seus antecedentes quando imigraram em difícil situação a nossa Pátria.
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