Quarta-feira, 2 de outubro de 2013 - 17h17
Hoje, a cidade de Porto Velho que me serviu de berco (e de morada eterna para minha saudosa mãe Dra. Adamar Sales) celebra seu 99 aniversário. Na distancia desde meu "exílio voluntário" a saudade impõe um silencio de alma apenas no qual escuto o murmúrio melancólico do tempo ao som (AQUI) de um velho bolero porrtoriquenho cuja letra por mim composta em homenagem a nosso estado foi adaptada com o toque emotivo na voz dos amigos Ayrton e Deise Gomes. Uma paulista e um carioca que fizeram de Rondônia seu torrão amado. Desfrutem !
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A natureza ensina em silêncio — aprende quem deseja
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Efemeridade: Entre o Tangível e o Imaginado
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Quando a Justiça se Transforma em Abstração do Direito e se Dilui em Privilégio
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A Servidão que se Normaliza: Entre a Exploração Material e o Estelionato da Fé
Da antiga Babilônia às plataformas contemporâneas de entretenimento, a escravidão não foi extinta — foi racionalizada. Correntes tornaram-se narrati
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