Quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 - 14h10
DONA LABIBE, PRIMEIRO NOME FEMININO
NA HISTÓRIA DE PORTO VELHO
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Senhora Labibe Bártolo, chegou a Porto Velho em 1912, aos 4 anos de idade.
Quando a adolescente Labibe Aiéch, amazonense nascida em 1908 e vinda para Porto Velho em 1912, leu o poema durante a inauguração do obelisco no descampado onde, mais de 40 anos depois, seria construída a sede do Governo de Rondônia, naquela manhã de 7 de Setembro de 1922, perante as autoridades e a população em geral da futura capital do Estado, ela não sabia, mas ali tornou-se a primeira voz feminina a aparecer na história de Porto Velho.
Sete anos e alguns meses antes a ata de instalação do município não registrara qualquer nome feminino, o que não representava discriminação, pelo entendimento da época. Deitado numa rede em sua casa na esquina da Rua Rio Branco com a José de Alencar, o sr. Abdon Jacob Atallah, que esteve presente à instalação do município, disse ao autor deste livro, quando perguntado sobre a razão de nenhuma mulher ter assinado a ata de instalação de Porto Velho: “Mulher naquele tempo não se metia em política. Era para cuidar da casa e da família”.
Mas, voltando à figura da senhora Labibe, que assumiu o nome Bártolo pelo casamento, desde bem criança, antes do 7 de setembro de 1922 quando contava 14 anos, ela já participava de apresentações teatrais, conforme nota publicada em edição do jornal Alto Madeira de 1920, existente no Centro de Documentação do Estado. Com muito gosto pela arte e pela cultura, com 19 anos de idade a jovem Labibe (ainda Aiéch) era uma das participantes do bloco do Noroeste, no carnaval de 1927.
Fonte: Lúcio Albuquerque
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