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Hiram Reis e Silva

A Terceira Margem – Parte XXXVII - Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte VI


A Terceira Margem – Parte XXXVII - Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte VI - Gente de Opinião
A Terceira Margem – Parte XXXVII - Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte VI - Gente de Opinião

Bagé, 04.09.2020

 

Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte VI

 

BANDEIRA” de Antônio Raposo Tavares – II

 

 

Revista de História, n° 45

São Paulo, SP – Janeiro/Março, 1961

 

A Maior Bandeira do Maior Bandeirante ([1])
[Jaime Cortesão]

 

 

[...] Essa profunda diferença de base, mas unidade de organização econômica, constituíram o estímulo e atrativo irresistíveis que levaram portugueses e luso-brasileiros a internar-se no Peru. Malgrado todas as leis proibitivas, que se opunham à entrada de estrangeiros, sem de forma alguma excetuar os portugueses, estes, graças à importância dos serviços que podiam prestar e aos produtos do seu comércio, facilmente venceram as barreiras do monopólio espanhol e afluíram por milhares ao Peru, quer por Porto Belo, no Panamá, quer por Buenos Aires, no Prata. Outros, e este foi o caso dos paulistas, dada a inexistência duma fronteira terrestre, tentaram e conseguiram, atravessando o sertão, internar-se no Peru, para aí se fixarem ou regressarem ao ponto de partida.

 

Só percorrendo, uma por uma, as histórias nacionais do Brasil, da Argentina, Paraguai, Peru, Equador e Colômbia, e a vasta documentação sobre que assentam os seus relatos, nos podemos dar conta da importância enorme do intercâmbio clandestino luso-espanhol, que transcendia os limites imaginários das duas coroas na América, fundindo interesses e transmitindo mútuas influências e tipos de cultura. Tanto no Peru dos metais preciosos, como nas cidades do Prata e Tucuman, os portugueses, além de praticarem o comércio, contribuíram para o desenvolvimento e prosperidade da América espanhola por outras e variadas formas. [...]

 

Se os portugueses, por todas as facilidades de trabalho e comodidades de vida que oferecia a metrópole, enxameavam mais em Lima, formavam, não obstante, igualmente parte importante e muito ativa da população das cidades mineiras, em especial Potosi, La Plata e Cuzco. As duas primeiras assentavam precisamente no termo de uma estrada aberta pelos guaranis, ainda no período incaico, a qual foi, antes de nenhum outro europeu, percorrida, como dissemos, pelo português Aleixo Garcia. Ambiciosos e infatigáveis trilhadores dos sertões, como responderam os paulistas ao apelo que tão aliciante se mostrou para tantos milhares de portugueses?

 

São muitos os documentos e referências históricas das quais se conclui que os paulistas entraram no Peru, durante aquele período, por duas vias; uma, a de Assunção, que daí se dirige a Santa Fé; outra a que levava diretamente através do sertão às cidades de La Plata e Potosi. A primeira era a via normal dos que procuravam internar-se para fixar-se com demora no Peru; a segunda, a dos que entravam em rápida incursão, para em seguida regressar a S. Paulo, trazendo índios serranos e maior ou menor carga de prata.

 

Esta última ainda que muito mais curta, era infinitamente mais difícil e arriscada, devido aos obstáculos opostos pelas inóspitas, planícies do Chaco e os índios, em especial os Paiaguás e os Guaicurus.

Os primeiros desses paulistas entravam pelo Tietê ou o Pequiri no Paraná que baixavam até cidade Real; daí, ladeado pelo Norte o salto do Guaíra e a Serra de Maracaiu, navegavam o Jequi até o Paraguai, que desciam até Assunção e daí novamente a Santa Fé.

 

Aqui chegados dirigiam-se a Córdova, isto é, à grande estrada que de Buenos Aires, galgando os Andes e passando pelo Potosi e La Plata, conduzia a Cuzco, a Lima e a Quito.

 

Por um ou por outro dos caminhos, é certo, que muitos paulistas se haviam internado no Peru. Desse fato possuímos testemunho autorizado. O Padre Ruiz Montoya, o qual, como é sabido, era limenho, quando foi enviado a Madri, em 1638, como Procurador Geral da Província jesuítica do Paraguai, representar a Filipe IV contra as incursões dos paulistas, referia no seu memorial os quatro danos e perigos que dessas invasões resultavam e terminava:

 

El otro por el dicho camino que han abierto los de San Pablo, muchos delos se han ido a vivir en Tucumã y a la Asunción, lugares del dicho Paraguay, viviendo otros en Lima y en el Potosi: y se puede temer lleguen a la dicha villa [de Potosi], porque ay aviso del Gobernador del Paraguay, en que dice que los vecinos de San Pablo estaban 80 leguas de la nación chiriguana, con la cual si se confederasen [que lo podrán hacer fácilmente, atrayendo-les con halagos, y libertad de consciencia... ([2])

 

 

E o célebre jesuíta terminava, insinuando que holandeses e paulistas aliados podiam apoderar-se do Peru. E já antes falara no perigo de que, por intermédio dos paulistas:

 

se abra el dicho camino para las Provincias del Perú.

 

Quer dizer: já, em 1638, se temia que os paulistas, dando-se as mãos desde São Paulo ao Potosi, com auxílio dos chiriguanos, cometessem qualquer atentado contra a soberania espanhola no Peru. E já então implicitamente se apontava nesse memorial, como possível realizador dessa ameaça, Antônio Raposo Tavares:

 

el principal autor de estos danos.

 

Na cédula de 16 de setembro de 1639, Filipe IV, entregava ao Santo Ofício os Bandeirantes acusados por Montoya, e em especial, Antônio Raposo Tavares:

 

Capitán Mayor que se nombra de estos entradas qué acercándose a las provincias del Perú, dan particular cuidado.

 

Aí se diz também que no ano de 1638 os paulistas estavam na província do Itatim a 80 léguas de Santa Cruz de la Sierra, que dista outras tantas de Potosi.

Posto assim o problema, isto é, dentro da realidade transnacional, já não nos pode parecer estranho que uma Bandeira comandada por esse mesmo Raposo Tavares, tivesse atingido o Peru, ou melhor, as cidades andinas do Peru colonial.

 

Restaurada a Independência
de Portugal em 1640

 

Durante os primeiros anos do seu reinado [1640-1656] dois problemas de relação entre a América portuguesa e a espanhol haviam de preocupar D. João IV: o problema da formação geográfica do Brasil, depois da exploração do alto Paraguai da viagem de Pedro Teixeira que, em 1639, tomava posse, em nome da Coroa portuguesa, da Bacia amazônica até o Japurá; o problema econômico e político, que resultava da guerra com a Espanha e da interrupção do comércio marítimo do Brasil com Buenos Aires, donde vinha a maior parte da moeda de prata, que circulava nas cidades brasileiras. Até à data da viagem de Pedro Teixeira os portugueses figuravam o Brasil como uma ilha limitada pelo Rio da Prata o Tocantins-Araguaia. São esses ainda os limites do Estado do Brasil na carta de João Teixeira, de 1640. Mas a posse do vastíssimo delta amazônico fez compreender aos portugueses quanto seria precária a soberania sobre essa parte do território brasileiro, se o vale amazônico viesse a cair totalmente em mãos dos espanhóis. Nesta compreensão, aliás elementar, se fundou a Expedição e o ato de posse de Pedro Teixeira.

 

Uma série de documentos inéditos de arquivos portugueses, cuja cópia possuímos, levam à insofismável conclusão de que a Expedição de Pedro Teixeira teve um caráter essencialmente político, pois foi ordenada pelo Governador do Maranhão, Jácome de Noronha com o objetivo expresso de fixar os limites do Estado, por alturas do Japurá, de fundar nesse ponto uma povoação, que indicasse aos espanhóis os termos do seu domínio. Esse objetivo resulta por tal forma claro que mais nos parece iniciativa tomada em Lisboa pelo partido nacionalista que preparava a Restauração da independência portuguesa. Aliás, foi tamanha a reação provocada em Espanha pela empresa de Pedro Teixeira, que o Conselho de índias propôs e instou junto de Filipe IV, para que todo o Estado do Maranhão fosse inteiramente anexado à Coroa espanhola, com absoluta exclusão das autoridades portuguesas.

 

Data esta consulta do Conselho de Índias, de janeiro de 1640, e supomos que ela entrou com grande parte no número das causas que fizeram eclodir a revolução nacional em dezembro desse ano. Declarada a guerra entre Portugal e Espanha na Península e proibido pelo governo espanhol o comércio português com o rio da Prata, deu-se a baixa da moeda portuguesa e, principalmente, a carestia extrema da prata, vinda do Peru por Buenos Aires e pelo sertão, os dois males com dano gravíssimo para o economia do Brasil. D. João IV esforçou-se por manter a paz na América e com ela o lucrativo comércio entre os portos do Brasil e Buenos Aires. Em 1642, enviava ao Governador do Brasil duas ordens nesse sentido. A esses desígnios se opôs a Espanha com violência, temerosa, como sempre, da infiltração portuguesa nas suas colônias e, mais que nenhuma, no Peru. Um grande número de ordens régias atestam que o monarca português, procurou então pessoalmente, com ardor, incitar a busca das minas de ouro e prata, quer no sul, quer na Amazônia, tamanho o desiquilíbrio monetário provocado com a intransigência da Espanha e as dificuldades do erário do país em guerra.

 

Consultado em Lisboa, onde se encontrava, em fins de 1643, sobre aquela situação, Salvador Correia de Sá foi de opinião que se tentasse a conquista de Buenos Aires, incitando-se ao mesmo tempo os moradores de São Paulo

 

para que pelo sertão vão sobre o Paraguai, porque é a parte de donde pode descer pelo Rio abaixo mais socorro aos moradores

 

daquela cidade. Da empresa da conquista de Buenos Aires chegou a estar incumbido Luís Barbalho, mas, em 1644, o conselho Ultramarino ouvido sobre o assunto, era de parecer que:

 

não convém em tempo de tantos apertos lançar mão de novas conquistas ([3]).

 

Mas, em 1646, o Governador do Brasil, Antônio Teles da Silva, ordenava a construção em Santos de dois navios para tomar parte numa Expedição de conquista do Prata.

 

Por volta do ano seguinte, o Padre Antônio Vieira, então conselheiro privado do monarca e seu agente diplomático para as mais arriscadas negociações, alvitrava, como lhe demandava a mente ambiciosa, mais grandiosos planos. Em carta ao Marquês de Niza, escrita a 20 de janeiro de 1641, discreteava ([4]) o grande orador sobre as possíveis conquistas que os portuguêses para molestar a Espanha, podiam fazer na América espanhola.

 

Também, dizia ele, se pode tentar a conquista do Rio da Prata, de que antigamente recebíamos tão considerável proveito pelo comércio, e se podem conseguir ainda maiores se, ajudados dos de São Paulo marcharmos, como é muito fácil pela terra dentro, e conquistarmos algumas cidades sem defensa e conquistarmos as minas; de que elas e a Espanha se enriquecem, cuja prata por aquele caminho se pode trazer com muito menores despesas. E impaciente o Padre acrescentava: “E assim é necessário que V.M. o faça logo e que lho escreva, como eu também farei...

 

Encontrava-se então Vieira negociando na Holanda. Mas temos por certo que não seria esta a primeira vez a conceber o projeto e comunicá-lo ao Rei. Em meados do ano anterior D. João IV e os seus assessores mais íntimos e, entre eles Vieira, mal aconselhados pelas angústias prementes da guerra com a Espanha, tomaram, para alcançar o auxílio militar da França, a resolução extrema de oferecer, por intermédio do cardeal Mazarino, a regência do reino de Portugal ao duque de Montpensier, cuja filha casaria com o Príncipe D. Teodósio, retirando-se D. João IV para o Brasil, transformado por sua vez em reino autônomo.

Com esse encargo de tanto perigo para a independência de Portugal, partia o próprio Vieira para França em agosto desse ano em prosseguimento de esforços, totalmente malogrados. Por meados de 1647, D. João IV, resolvido a mudar a Corte para o Brasil, antecipando-se assim a D. João VI, foi obrigado a fixar a sua atenção sobre os mais graves problemas do seu comprometido reino e entre eles a formação geográfica do Estado, em relação com as sonhadas minas de ouro e prata e as de defesa ou ataque ao Vice-reinado do Peru.

 

Como acabamos de ver, as condições geográficas e muito mais as econômicas de relação intracontinental, as históricas e políticas confluíam todas para o mesmo objetivo. O pensamento do alargamento do Brasil até ao Rio da Prata ou aos Andes andava no ar. Augurado ([5]) pelos jesuítas espanhóis, era planejado por um jesuíta português. Só faltava quem o encarnasse. Os depoimentos diretos de três dos bandeirantes, convencem de que a grande Expedição de Raposo Tavares se inspirou nas razões que acabamos de expor. Entre os seus objetivos, o último, foi, por certo, o de aprisionar indígenas; os primeiros: a busca de minas de ouro ou prata e de conhecimentos geográficos para resolver o problema dos limites com a América espanhola. As bases do problema estavam postas. Pedro Teixeira fixara os limites do Maranhão-Pará nas bocas do Japurá; os paulistas haviam levado as suas incursões até ao médio e alto Paraguai e já alguns haviam atravessado o Caco em direção à zona de Potosi.

 

Sabia-se, por outro lado, e por informações indígenas que o Madeira nascia nessa mesma região de Potosi. Esse conhecimento que fora divulgado pelas relações da viagem de Pedro Teixeira e, em especial, a do Padre Cristóbal de Acuña, escrita em 1640, oferecia um elemento essencial para a formação de uma América portuguesa mais vastamente insulada ([6]). Ao espírito dos portugueses forçosamente havia de acudir a ideia de alargar até ao Madeira o Brasil, tanto mais quanto a proximidade de Potosi lhes havia de acender a esperança de encontrar minas de prata na região intermédia.

 

Deixou-nos o Conde de Pagan a imagem gráfica desse problema de soberania. Em 1656, publicava ele em Paris e dedicava ao rei a sua “Relation historique et géographique de la grande rivière des Amazones”, acompanhada de um mapa. O livro do conde de Pagan, obra de propaganda que incitava o monarca francês à conquista da Amazônia, tem o valor singular de ser a primeira tentativa para representar, em termos de geografia matemática, toda a região amazônica.

 

Aproveitando as relações de viagem de Pedro Teixeira, Pagan, traçou o primeiro canevas ([7]) de meridianos e paralelos, para situar cientificamente o Amazonas. Aí aparece também figurado, conforme a descrição dos tupinambás, mas com relativa aproximação, o Rio Madeira, do qual o autor afirma que nasce:

 

na muita rica e opulenta província do Prata do reino do Peru... e quando sua navegação for descoberta, os séculos futuros publicarão as grandes riquezas que ele sem dúvida há de trazer ao comércio do grande Amazonas.

 

Eis a imagem, mas bem viva, que antes do Conde de Pagan, se haviam de fazer portugueses e luso-brasileiros, mais direta e amplamente interessados em navegar o Madeira e conhecer as suas relações com os possíveis limites do Estado Brasil, por ventura incluindo outros territórios ricos em minas de metais preciosos. Tratava-se de um problema, essencialmente geopolítico, de Estado em formação e movimento sob o acicate ([8]) da guerra e das premências econômicas. Para resolvê-lo necessitava-se de um homem, que reunisse as qualidades de um sertanista experimentado à consciência geográfica e política das necessidades do Brasil, em plena crise de crescimento, e o zelo abnegado do cidadão, capaz de sacrificar os interesses próprios aos da comunidade.

 

Esse homem existia. Antônio Raposo Tavares, português nascido no Alentejo, reunia aquele conjunto raro de qualidades. Tendo chegado ao Brasil com seu pai, por volta de 1618 e já com vinte anos, era em 1648, volvidos trinta anos, o Bandeirante de maior prestígio na capitania de São Vicente, donde havia levado a cabo os primeiros e grandiosos esforços de extensão da soberania portuguesa para o Sul e para o Oeste. (CORTESÃO, 1961) (Continua...)

 

 

Bibliografia

 

ALBERTO NUNES, Carlos. Os Brasileidas ‒ Brasil ‒ São Paulo, SP ‒ Edições Melhoramentos, Coleção Cultura e Ciência, 1962.

 

CORTESÃO, Jaime. Conferência ‒ A Maior Bandeira do Maior Bandeirante ‒ Brasil ‒ São Paulo, SP – Revista de História, n° 45, Janeiro/Março, 1961.

 

Solicito Publicação

 

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

 

·    Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)

·    Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

·    Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

·    Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);

·    Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

·    Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

·    Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

·    Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);

·    Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)

·    Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);

·    Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)

·    Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

·    Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

·    E-mail: hiramrsilva@gmail.com.



[1]   Conferência inédita, proferida no Salão Nobre da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, gentilmente cedida pela sua direção para publicação na Revista de História como homenagem ao autor, recentemente falecido [Nota da Redação].

[2]   C. A. Mackehenie, Apuntes sobre judíos, jesuitas y paulistas, en “Revista de la Universidad Católica del Perú”, agosto de 1937, N° 34, pg. 447.

[3]   Pedro Calmon, História do Brasil, II vol., págs. 298-299.

[4]   Discreteava: discorrer com discrição.

[5]   Augurado: previsto.

[6]   Insulada: isolada.

[7]   Canevas: esboço.

[8]   Acicate: incitação.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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