Terça-feira, 25 de julho de 2017 - 00h01
Crime de assédio
Com projeto de lei tramitando na Câmara dos Deputados o Parlamento brasileiro começa a combater o crime de assédio sexual em transporte coletivo (ônibus, trens e metrôs) ou aglomerações públicas. Pela proposta do deputado federal Alfredo Nascimento (PP-AM) o ato de constranger, assediar, abusar, molestar ou bolinar mulheres com fim libidinoso será punido com reclusão de dois a seis anos e multa.
A posição dos congressistas tem a ver com o aumento geométrico das denuncias de assédio em ônibus, trens e aglomerações e a pena será aumentada em um terço em caso de deficiência mental da vitima ou se ela for menor de 18 anos. O texto também prevê que o ato de constranger mulher com palavras maledicentes, gestos ou comportamento obscenos, causando situação de humilhação, será punível com reclusão de um a dois anos de prisão e multa.
Conforme o autor do projeto que acrescenta ao Código Penal as novas punições, o projeto antes de chegar ao plenário para ser votado ainda será apreciado na Comissão de Constituição e Justiça.
A inauguração
Com o projeto iniciado na gestão do então presidente Neodi Carlos e as obras avançando na administração de Herminio Coelho, a inauguração da moderna sede da Assembléia Legislativa na região do Centro Cívico de Porto Velho poderá ser chutada para outubro ou até meados do ano que vem. Os tempos de crise, o regime de economia adotado pelo atual presidente Maurão de Carvalho seriam as motivações do adiamento.
Na vala comum
Em vista das investigações avançando no mensalão mineiro, e com as novas delações premiadas perante a justiça, se constata que os tucanos nada ficam devendo em roubalheira em relação aos petistas. As siglas mais tradicionais, e junto a elas está o PMDB, caíram na vala comum e serão as mais atingidas nas eleições de 2018. O que o futuro nos reserva? As últimas renovações nas Assembléias Legislativas e no Congresso também foram de doer.
A sobrevivência
Lideranças antigas e que já ocuparam até cargos importantes, como de senador, como Amir Lando (PMDB) e Ernandes Amorim (PTB) – ambos na casa dos 70 anos - tentam voltar ao pódio nas eleições de 2018 na busca de cadeiras à Câmara Federal. A sobrevivência política dos políticos mais velhos tem se tornado difícil. O próprio ex-governador José Bianco (DEM) não se elegeu a federal na eleição passada.
Noiva cobiçada
Com alguns sinais visíveis de desgastes na administração HIldon Chaves, como na saúde, no reajuste da tarifa de transportes coletivos, entre outras coisitas, o deputado estadual Leo Moraes (PPS) que disputou a prefeitura com o atual prefeito tucano, esta em alta na praça. Tanto é verdade que tem sido assediado por três candidatos ao governo para ser vice. Constatado o avanço, Leo já pensa no Senado.
Razão de ser
No inicio a postulação de Léo Moraes ao Senado pode até ser considerada absurda. Mas não é. Vem aí uma baita divisão de votos, uma verdadeira canibalização e conseqüente fragmentação de votos entre Confúcio Moura (Ariquemes) Expedito Junior (Rolim), Jesualdo Pires (Ji-Paraná) e Valdir Raupp (Rolim). Na capital Léo teria a preferência do primeiro voto e já sairia daqui com o balaio lotado...
Via Direta
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