Sexta-feira, 15 de maio de 2015 - 05h01
Obras ameaçadas
Com uma dívida próxima de R$ 1,7 bilhão com as empreiteiras que trabalham na recuperação e pavimentação das rodovias brasileiras, o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes-DNIT esta abrindo o bico e sem recursos, como sua própria direção admitiu em documento enviado ao Tribunal de Contas da União –TCU. A compra de asfalto já foi reduzida em 43 por cento nestes primeiros meses do ano e o órgão esta na iminência de paralisar as obras federais em todo pais.
A crise no Dnit expõe a triste realidade brasileira em 2015. O orçamento da União vem com tesouradas fortes, o rateio do Fundo de Participação dos Municípios –FPM em queda livre e uma economia claramente em recessão atingindo em cheio a indústria automobilística, da construção civil, pólos calçadistas, têxtil, eletrônicos, cerâmicos, etc,etc.
Rondônia que já vivencia sua própria crise – que afeta duramente Porto Velho – também pode ter sua parcela de obras atingidas. O DNIT tem projetos de envergadura para executar por aqui, de viadutos a pontes, pavimentação e restauração de estradas federais, anéis viários, etc. Uma crise destas pode ameaçar conquistas importantes.
A reserva moral?
Quem diria! Até o Padre Tom, reserva moral do PT, foi beneficiado com recursos cacoalenses pelo seu compadre e prefeito Padre Franco. Imagine se o cara fosse eleito governador que bela dupla faria com o padreco da capital do café. A fuleragem dos padres foi constatada em gravação e divulgada durante a semana pela imprensa. O PT esta sujo de Brasília a Cacoal!
O dinheiro sumiu
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Prefeitos e governadores já se ressentem da queda de repasses dos recursos federais. As últimas transferências do Fundo de Participação dos Municípios-FPM, por exemplo, em algumas regiões do país deixaram os alcaides ainda mais frágeis diante das necessidades de saúde, educação, e demais demandas sociais. Além disto, temos o contingenciamento de recursos da União no orçamento 2015.
O saneamento
A Usina de Belo Monte foi iniciada anos depois de Santo Antonio e Jirau em Porto Velho, mas suas redes de saneamento (água e esgoto) já estão prontas em Altamira, a cidade que sofreu os impactos da construção da gigantesca obra. Lá houve seriedade com as contrapartidas, aqui em Rondônia os recursos sumiram – temos políticos com as mãos grandes – e o povão esta pagando o pato.
Plantio da soja
Os políticos cada vez mais estão voltados ao plantio da soja em Rondônia. Seja em Porto Velho, onde o empresário Mário Português trocou a engorda de gado pelo plantio da leguminosa ou em Machadinho do Oeste, onde o ex-presidente da Assembléia Legislativa Neodi Carlos, o sanfoneiro, se dedica entre um vaneirão e outro a ampliar sua área plantada. A soja que era cultivada apenas no cone sul nos anos 90 se espraiou pelo estado.
Apagão de engenheiros
O municipalismo brasileiro padece com um verdadeiro apagão de engenheiros e por conta disto os municípios – inclusive Porto Velho – tem perdido recursos da União por falta de projetos técnicos. Os próximos prefeitos eleitos terão que ficar bem atentos a este problema já assumindo os cargos com equipes técnicas prontas e eficientes para enfrentar o desafio da burocracia na Esplanada dos Ministérios.
Via Direta
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Dia sim, dia não, tem operação na capital, é coisa de louco.
*** Ontem, mais uma Operação Policial para desvendar corrupção e lavagem de dinheiro em Rondônia. *** O ministro das cidades Casseb esteve ontem em Porto Velho. Tem boa lábia, como todo político, vamos ver se cumpre tudo, né? *** A vereadora Maria Simões – aquela que denunciou as vigarices do Padre Franco quer disputar a prefeitura em 2016, trocando de partido.
CAPA DO JORNAL DIÁRIO DA AMAZÔNIA DESTA SEXTA-FEIRA (15 MAIO)
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