Segunda-feira, 12 de junho de 2017 - 21h33
Candidato de ruptura
Então, imagine, o cara-pálida leitor, que o Tribunal Superior Eleitoral - TSE não fosse habitado também por muitos patifes e que a chapa Dilma-Temer fosse condenada e, por conseguinte, o
atual presidente Michel Temer afastado. Então, conforme a Constituição verde amarela assumiria o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ), do mesmo esquemão dos saqueadores Lula/Dilma/Temer/Sarney/Aécio/Renan etc caterva. Logo em seguida, no Congresso Nacional, seria eleito um presidente para mandato tampão.
No entanto, com maioria no Congresso Nacional a mesma armação citada acima, com certeza elegeria um presidente alinhado com a rapinagem vigente. Tal qual Lula, Dilma, Temer e toda cambada envolvida na Operação Lava Jato voltariam a contar com um aliado, seguindo as propinas de Norte a sul.
Entendo como possibilidade do Brasil sair do modus operandi vigente de pilhagem dos cofres públicos (sustentada, como se viu, também pelos ministros do STE), a eleição de um candidato de ruptura em 2018. Mas será que o Brasil esta preparado para isto?
Dança dos caciques
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Os caciques rondonienses estão chutando as definições das composições partidárias para as eleições gerais do ano que vem para meados de 2018. Mas uma das chapas deverá estar pronta ainda em dezembro deste ano, a pilotada pelo PDT de Acir Gurgacz que estabeleceu este prazo limite para a escolha dos seus dois candidatos ao Senado e do postulante a vice-governador.
Alianças do PMDB
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Já, o PMDB de Valdir Raupp e Confúcio Moura catimba a formação das alianças, contrariando o presidente da Assembléia Legislativa Maurão de Carvalho (PMDB), considerado o pré-candidato da legenda, que pretende agilizar o processo da formação da base aliada. Por falar em Maurão, ele não abre mão da disputa ao governo e sequer admite a possibilidade de ser vice de outro postulante.
Cassação histórica
Repercute a cassação histórica dos vereadores de Vilhena, um exemplo nacional de como se deve tratar os corruptos que saqueiam os cofres públicos ou quer recebem propinas por malfeitos. Nesta terça feira, vão tomar posse os suplentes, a Policial Tabalipa e a professora Valdete. Já Marcos Albuquerque que ficou suplente do vereador Carmozino já tomou posse, mas esta impedido de se aproximar do Legislativo.
Cadê eles?
Volta e meia me perguntam por onde estão deputados e os ex-presidentes da Assembléia Legislativa que tiveram problemas com a justiça. Pois bem, Marcos Donadon (VIlhena) esta foragido, mas a esposa é deputada estadual. Natanael Silva é quem comanda a horta de um presídio, enquanto que Valter Araujo, mesmo ornamentado com tornozeleira eletrônica ministra cultos numa igreja evangélica próximo ao Rio das Garças.
Cuidando do coração?
Já, Carlão de Oliveira, é um caso a parte. Sumiu do mapa para cuidar do coração, portanto é considerado também foragido, mas não deixa a política de jeito nenhum. Com sua influência tem dois filhos bem postados: Jean Oliveira na Assembléia Legislativa e Márcio de Oliveira na Câmara de Vereadores de Porto Velho. Daniel Néri também esta bem na foto: elegeu a esposa Glaucioni para prefeita em Cacoal.
Via Direta
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