Sábado, 19 de novembro de 2016 - 00h01
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Vem aí um novo estilo de administração para o Palácio Tancredo Neves, sede da prefeitura de Porto Velho. O prefeito eleito Hildon Chaves (PSDB) já dá mostras de que assumirá o cargo em janeiro adotando medidas inovadoras e para tanto já planeja algumas medidas, como um programa de contenção de despesas a partir da redução de 18 para 11 secretarias.
O tucano acompanha, desde o inicio da semana, pessoalmente os trabalhos de transição e começou a visitar secretaria por secretaria para tomar pé da situação. Um trabalho facilitado pela equipe do atual prefeito Mauro Nazif (PSB), que vai entregar a prefeitura bem melhor do que recebeu em termos de obras em andamento e de informações atualizadas.
Com uma drástica redução de arrecadação, já que só das usinas os impostos baixaram de R$ 6 milhões para R$ 2 milhões, o prefeito eleito vai ter que se desdobrar partir de 2017 para pagar os servidores e fornecedores em dia, como tem feito até agora a atual administração que geriu o município num ciclo mais auspicioso, quando os recursos eram mais fartos.
Ações imediatas
Não dá mais para esperar 2017 e as promessas do presidente Michel Temer e do ministro da Justiça Alexandre Moraes de uma injeção de recursos para dar cabo na violência. E até lá, como é que a população vai sobreviver com tantos assaltos, arrombamentos, latrocínios - e com os presos comandando o crime organizado a partir dos presídios através de celulares?
No caso de Rondônia, por exemplo, existe a necessidade de um plano emergencial de segurança para conter uma situação que já causa pânico tanto em Porto Velho, uma cidade duramente atingida pela criminalidade, como em polos regionais importantes do interior, como Ariquemes, Cacoal e Vilhena. Temos ainda a região de fronteira, aberta ao tráfico de drogas e de armas pesadas para abastecer os grandes centros, além do contrabando de uísque, eletrônicos e cigarros.
Ante tantos assaltos, roubos, arrombamentos, latrocínios, estupros nas cidades e mais os agrobandidos assaltando, roubando gado e equipamentos agrícolas nas fazendas, o que se vê é a inércia dos organismos de segurança Pública.
Metas inatingíveis
Com a economia dando saltos na década passada, o ufanismo petista previa a universalização dos aterros sanitários, através de um Plano de Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos. Extinguir os lixões ainda é um sonho para a grande maioria dos municípios brasileiros, mas menos de 40 por cento dos municípios atingiram as metas, em muitos casos através de consórcios regionais.
O Ministério do Meio Ambiente vê com preocupação a situação da coleta e destino do lixo que tantos problemas ambientais têm causado no país. Uma meta será estabelecida, a partir da aprovação de projetos no Congresso Nacional, para que a situação seja revertida, mas o Brasil enfrenta uma seria crise econômica e a falta de recursos é o grande empecilho para avanços.
Para viabilizar as mudanças, o governo defende aprovação de projeto de lei na Câmara dos Deputados prevendo aumento escalonado do prazo para adequação as novas regras, de acordo com o porte das cidades. Com isto, os prazos para solucionar os problemas dos aterros sanitários pulariam para 2018 e 2021.
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