Segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 - 22h33

O ano das zebras
Num ano onde a classe política se afundou de vez, com os políticos tradicionais sofrendo o desprezo do eleitorado, as zebras pipocaram nas eleições municipais de Porto Velho a São Paulo, recuperando o PSDB, numa onda azul, que atingiu vários estados, recuperando o prestígio dos tucanos.
Em casos como os de São Paulo e Porto Velho o eleitor, cansado das raposas políticas tradicionais, optou por nomes desconhecidos do meio, apostando em empresários bem sucedidos, como ocorreu respectivamente com João Dória e Hildon Chaves.
Ao meio da crise, num caos na saúde, colapso da segurança pública e com problemas sérios de atender outras demandas sociais, como de transporte coletivo - e no caso de Porto Velho atender a população em quesitos emergenciais como água e esgoto – os dois prefeitos tucanos pegaram abacaxizais enormes para descascar. E se não derem uma resposta rápida a sociedade terão vida curta na política.
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Lula presidente?
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Configurado pelas investigações da Polícia Federal como chefe de uma das maiores quadrilhas já montadas na história da humanidade, numa coalizão de ladroagem que juntou o PMDB e o PP nos principais golpes praticados contra o erário do Brasil, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, posando de vitima e inocente, esta de volta ao cenário eleitoral sendo lançado candidato a presidência da República em meados do ano que vem.
Em política não há limites para a cara de pau e assim toca a banda em Rondônia, em Brasília e nos demais estados. Cada estado tem seu feudo político montado, sejam, pelos petistas, peemedebistas ou demais legendas da base aliada governista para vampirizar os recursos públicos. Um dos maiores escândalos em Rondônia, ainda esta para estourar, envolvendo a participação de políticos tradicionais, e de importantes empresários rondonienses na construção as Usinas.
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O que nos reservará o futuro, já que Temer – embora negue - também rapinava com os petistas?
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A crise nos estados

Ante a brusca queda de arrecadação e projeções de crescimento até negativos para 2017, pelo menos 14 estados adotaram medidas de austeridade que afetam os servidores públicos. A pior situação foi constatada nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Migas Gerais e Goiás, onde se vivenciam momentos críticos e até o pagamento de salários do funcionalismo foi parcelado.
No Rio de Janeiro, as últimas administrações foram do PMDB, enquanto em Minas Gerais o PSDB e atualmente o PT empurraram as alterosas para o caos. Gestões do PT e PMDB enrascaram o Rio Grande do Sul e legendas do PSDB e PMDB o estado de Goiás.
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Diante do cenário nacional, Rondônia se obrigou a tomar medidas de austeridade, demitindo e ajustando a sua Previdência já se precavendo para não atrasar pagamento de salários em 2017, mas ainda é um estado com as contas saudáveis diante das demais 27 unidades da federação e com um crescimento positivo estimado em 3 por cento no ano que vem.
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