Segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016 - 21h07
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A Lei de Talião
A população de Porto Velho já não suporta tantos assaltos e arrombamentos de residências e a falta de eficiência dos órgãos de segurança para dar conta de coibir tanta roubalheira. O final do ano passado e, este início de 2016 começou com verdadeiros recorde de furtos e em alguns casos com latrocínios, ou seja, com alguém da família assassinada.
Com tanta incidência de criminalidade, moradores de alguns bairros já estão adotando a Lei de Talião. Quando conseguem capturar um ladrão, as surras são extremamente violentas e alguns acabam morrendo em atos de linchamento. É o resultado da política de segurança. Porto Velho, Rondônia e o Brasil estão perdendo a luta contra o crime, assim como perderam contra a dengue, etc, etc. Vivemos cercados de gestores incompetentes.
Se os políticos se dedicassem mais a zelar pela segurança da população não se chegaria a tais extremos. Porto Velho, por conta de tanta barbaridade se tornou uma cidade sem lei e a tendência é a coisa piorar, pois nossas autoridades só se preocupam com o próprio umbigo.
Eleições 2016
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Espera-se que logo depois do carnaval comece de verdade a corrida eleitoral de 2016, tão indefinida nos municípios rondonienses. Poucos candidatos de ponta estão acertados, como é o caso de Ji-Paraná, onde Marcito Pinto (PDT) ganha ares de favorito com o apoio dos cardeais locais Acir Gurgacz (PDT) e Jesualdo Pires (PSB), numa aliança considerada muito forte.
Na capital, entretanto, além do próprio prefeito Mauro Nazif (PSB), não se vê definições de outras postulações de ponta, como se trata do nome da deputada federal Mariana Carvalho (PSDB) até agora favorita a cadeira do Paço Tancredo Neves. Mas um deputado estadual, Ribamar Araujo, já colocou o nome circulando, anunciando a troca do PT pelo PR e a disposição entrar na peleja 2016.
Em Ariquemes, aonde o atual prefeito Lorival Amorim (PDT) busca a reeleição os caciques da oposição ainda não chegaram a um entendimento. O deputado estadual Adelino Follador (DEM) é um nome forte na cidade e tem ainda o ex-senador Ernandes Amorim, que já foi prefeito duas vezes naquelas bandas.
Enfim, o aterro sanitário
Lá se vão duas décadas de tentativas, passadas as gestões de Carlinhos Camurça (PTB), do prefeito Roberto Sobrinho (PT) e três anos da atual administração, para a implantação do sonhado aterro sanitário de Porto Velho que dará tratamento as toneladas de lixo coletadas na cidade e que acabam atirados na Vila Princesa com graves prejuízos ao meio ambiente. Agora, finalmente saiu à licença ambiental, para que a prefeitura abrir um processo licitatório.
Conforme informações das esferas de limpeza pública e do planejamento a municipalidade busca uma Parceria Pública Privada para tocar o empreendimento que é de fato muito dispendioso. Logrando êxito na empreitada sobrariam recursos para outras finalidades, reconhecidamente carentes, como a saúde pública objeto de muitas queixas da população.
No entanto, mesmo com a liberação da licença, dificilmente o aterro sai nesta gestão do prefeito Mauro Nazif. Até o ponto de achar uma PPP interessada, lançar o edital de licitação com uma disputa encarniçada das empresas a coisa pode ir longe.
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