Quinta-feira, 11 de abril de 2019 - 11h02

A Rondônia Rural Show é como se
fosse uma safra. Teve uma boa semeadura, seguida de cuidados para um perfeito desenvolvimento
e agora vive a maturação que em maio proporcionarão a colheita de uma edição
impactante, completando os anos 10 do primeiro século do milênio.
O governo federal, para espanto
dos eleitores do presidente Jair Bolsonaro e também da oposição derrotada, tornou-se
uma espécie de octógono em que as lutas são protagonizadas por gladiadores
olavistas ideológicos, técnicos burocráticos e militares pró-Constituição.
Sempre que uma perde disputas, as
outras, desconsoladas, abrem novos rounds, dificultando o deslanche do governo.
O setor mais pressionado é o agronegócio, que viu setores palacianos pondo
risco os esforços dos produtores ao hostilizar importantes clientes por motivos
banais.
Chocam-se agora no “octógono” os
interesses ideológicos pró-EUA, que pretendem apoiar o representante da Geórgia
para a presidência da FAO, e o agronegócio pragmático, que tem horror a
radicalismos ideológicos e apoia a candidatura do representante chinês nesse
pleito. Cabe desejar que até a realização da RRS esse novo imbróglio já esteja
resolvido e não seja um inço desnecessário de embaraço e preocupação.
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Nova sede
As lideranças de Cerejeiras se
uniram em torno da construção da nova sede da municipalidade e o senador
Confucio Moura (MDB) assumiu compromisso de viabilizar emendas parlamentares
para tornar a obra uma realidade. Nova sede é um privilégio de poucos municípios,
como Ariquemes, Cacoal, Itapoã. Porto Velho e Ji-Paraná sonham com novos paços
municipais há tempos.
Êxodo em PVH
O desemprego é a principal
motivação para a venda de centenas de casas e barracos pela periferia de Porto Velho
a preço de banana. A fome, a desesperança, as doenças gastroentestinais, a
saúde e seguança em frangalhos, além da falta de postos de trabalho rondam as
antigas invasões, hoje bairros populosos. Muita gente se mudando para outros estados.
As disparidades
Com cerca de 530 mil habitantes –
sendo cerca de 100 mil em distritos e lugarejos do município - a capital
rondoniense tem disparidades incriveis. Possui um moderno centro cívico, na região
das Pedrinhas, onde foram instalados prédios luxuosos como CPA, a sede da
Assembléia Legislativa e tribunais, mas um centro histórico deteriorado pelas
cracolândias e uma periferia miseravel, onde pululam as fezes nas ruas.
São renitentes
Uma universitária brasileira que
estuda na Bolivia onde aproveitou para turbinar seios e bumbum num hospital de
Santa Cruz de La Sierra, deu a lingua nos dentes com amigas no aeeroporto Belmont:
temos em Porto Velho funcionários fantasmas internacionais! Recebem por aqui,
morando no exterior. E não é só na Bolivia. Temos fantasmas daqui em Miami
(EUA), na Africa e na Itália.
Grande desafio
Enquanto o prefeito da capital
Hilon Chaves (PSDB) recupera a saúde – esta com problemas coronários – sua
equipe iniciou o desafio de recuperar milhares de quilometros de estradas
rurais nos mais divesos distritos e localidades. Como se sabe, Porto Velho tem
uma das maiores extensões territoriais do país, superior a do estado de
Sergipe, mas sem recursos de um estado.
Via Direta
***As fugas continuam em Porto Velho, com as porteiras abertas e as
autoridades não dão a minima explicação sobre o que esta ocorrendo *** E os solos dos presídos estão mais esburacados do
que queijo suiço de tantos túneis escavados. Tanta terra vai para onde que
ninguém vê? *** Trocando de saco para
mala: mesmo com a Lava Jato punindo tanta gente os desvios e recursos seguem em
todo o país *** O clima de guerra entre Rocha e Pereirinha esfriou. Já esta
quase na camaradagem.
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